terça-feira, 15 de novembro de 2011

Jovens pela paz

Jornada Mundial de Intercessão pela paz na Terra Santa
 "Paz em Jerusalém e na Terra Santa"! Esta é a mensagem do Encontro de Bento XVI,dirigida aos membros  do Post Religious Conselho,recebidos na Audiência desta quinta-feira,10 de Novembro,na sala dos Papas.
Em seu discurso o Papa acrescentou: " A justiça,juntamente com a verdade,o Amor e a Liberdade são requisitos fundamentais para assegurar a paz duradoura no mundo. O movimento no sentido da Reconciliação exige coragem e confiança,visando que será Deus mesmo que estará a indicar o caminho."
Em consonância com o desejo do  Santo Padre,dia 29 de Janeiro de 2012 acontecerá uma Quarta jornada Internacional pela Paz na terra Santa. Uma iniciativa de oração nascida da vontade de algumas Associações de Jovens Católicos,que prevêem o envolvimento de mais de duas mil cidades do mundo todo,por 24 horas.
A Jornada é realizada a 03 anos,por jovens de diversas realidades:Associação Nacional Papa Boys,do Apostolado "Jovens pela vida",Capelas de Adoração Perpétua na Itália e no mundo,por grupos de Adoração Eucarística,e desde o ano passado por associações de Promoção da Oração Extraordinária de todas como igrejas pela Reconciliação,Unidade e pela Paz, começando por Jerusalém.
Façamos nosso o convite de Bento XVI:"de fato,não desistamos nunca de rezar pela paz na Terra Santa,confiantes que Deus é nossa Paz e nosso Conforto"!

Fonte: Zenit
Postado:Laudimila Pereira Postulante IPSCJ

sábado, 12 de novembro de 2011

Mensagem do Papa Bento XVI ás famílias

Da Qualidade da Família depende a qualidade da Sociedade
(Mensagem do Papa no Congresso Nacional das Famílias no Equador)
Dos dias 09 a 12 de novembro,está se realizando no Equador,o Segundo encontro Nacional da Família,sobre o tema:"Família,trabalho e festa".
Na ocasião o Papa Bento XVI enviou uma mensagem ao Arcebispo de Guayaquil,Antônio Arregui Yarza,Presidente da Conferência Episcopal Equatoriana.
O Papa cumprimentou "com afeto" os pastores e fiéis da Igreja no Equador.
O tema do Congresso,disse o Papa"Que reconhece uma  família,nascida da aliança de amor e do Compromisso totais e sincero de um homem e uma mulher.
O Papa sublinhou: "Uma sociedade não é uma mera soma de individuos,mas o resultado de relações entre pessoas-homens e mulheres,pais e filhos,entre irmãos.Toda família transmite um parágrafo da sociedade,através de seus filhos.
Comentando o tema  Papa reconheceu o trabalho e  as férias estão profundamente ligados á vida da família: como afetam escolhas,como afetam as relações entre os cônjugues, e entre os  pais e os filhos.
Através do trabalho ,o homem experimenta em si mesmo o sujeito participante no projeto criador de Deus. É importante que todos tenham direito a um trabalho digno,estável e bem remunerado.Por meio do qual ativamente santifiquem o desenvolvimento da sociedade,consiliando um trabalho intenso e responsável com tempos adequados e  agradáveis dedicados  à família.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Sua contribuição é valiosa!!



                                                       JÁ CONSEGUIMOS  15%
Em 30 de Outubro de 2011 lançamos uma campanha ,para adquirirmos a nossa sede própria,

Em oração o Senhor nos pediu para darmos um novo passo: adquirir um terreno para começarmos a construir o nosso Convento. A nova casa que o Senhor quer nos conceder, segundo sua Palavra, será uma Casa de bênção, aonde as pessoas que vierem visitar poderão encontrar refúgio, alívio e cura para seus corações cansados e feridos.
O terreno é bem grande, 3.600 metros quadrados, fica situado em uma região da cidade onde proporciona silêncio e convite para oração
Com muita oração de intercessão o proprietário está negociando conosco por R$12.000,00 (doze mil reais).

E COM A GRAÇA DE DEUS E A CONTRIBUIÇÃO DE PESSOAS QUE ACREDITAM NESTA OBRA DO SENHOR JÁ ALCANÇAMOS 15%.


Estamos orando muito, pedindo a Nossa Senhora de Guadalupe que nos ajude para que até o dia 12 de Dezembro, o qual é consagrado a Ela, a imperatriz da América Latina, possamos receber por meio Dela a graça de chegarmos aos 100%.

Por isso, estou contando também com sua ajuda, além de suas orações, quero ousar pedir a você uma ajuda concreta.   O que você pode fazer pra nos ajudar? Estamos fazendo a Campanha do Terreno, necessitamos de 120 pessoas, cada uma contribuindo com R$ 100,00 (cem reais.) Você pode conseguir algum amigo, parente, colega de trabalho, vizinho para contribuir conosco?
Faça parte dessa história! Ajude-nos a Construir o nosso Convento, a Casa do Coração de Jesus!
Ao fazer sua contribuição exclusivamente para o terreno é necessário que você identifique esse depósito, se puder ligue-nos avisando que conseguiu fazer essa colaboração, ou mande um torpedo para o nosso número 98-88574568.
O depósito deve ser feito no Banco Caixa Econômica Federal, conta poupança 7982-0; Agência 132; Operação 013.

Muito obrigada por ter acolhido esse meu pedido, obrigada por eu poder contar com você. Peço ao Sagrado Coração de Jesus que retribua todas as bênçãos que você e sua família necessitam especialmente a saúde, alegria e paz.
Deus te abençoe e que Nossa Senhora de Guadalupe te proteja!



 Madre Rejane Rodrigues dos Santos

Casamento gay é a mentira que levará milhares de inocentes para a prisão


(Notícias Pró-Família) - Na batalha para sustentar o verdadeiro casamento em face de crescentes pressões sociais e políticas para sancionar e aprovar o "casamento" gay, os cristãos provavelmente serão mandados para a cadeia por suas posturas, diz um especialista.


Em seu recente artigo para a revista Cultura Católica, intitulado "Gay Marriage and the Next Gulag" (O Casamento Gay e as Prisões em Massa que Virão), o Dr. Jeff Mirus, presidente de Trinity Communications, diz que a "mentira do casamento gay" é a "perfeita força esmagadora tirânica" para os promotores do "casamento" gay usarem diante de "abomináveis pedantes moralistas" que "buscam diminuir a liberdade sexual pessoal dos outros".
"A causa do casamento gay se encaixa na definição de mito melhor do que a maior parte das questões porque realmente parece que aqueles que se opõem a ele estão negando a vida, a liberdade e a busca da felicidade de outros", diz o Dr. Mirus. "Os gays têm elevada escolaridade, são ricos e - acima de tudo - são uma projeção logicamente favorecida de nossa cultura moral. Inibir a felicidade deles, por qualquer razão, parece simplesmente errado".
De acordo com o Dr. Mirus, a "chave" para a questão é estar ciente do fato de que "ser gay ou apoiar o estilo de vida gay é aprovar e promover o sexo estéril".
Por meio do divórcio fácil, da contracepção, da promiscuidade e, finalmente, do aborto, a cultura do Ocidente está cada vez mais se submetendo à mentalidade do "sexo estéril", diz ele.
"Uma cultura como esta, uma cultura que abraça esses valores, não tem nenhum argumento contra o sexo homossexual, não tem como se posicionar justificadamente contra o casamento homossexual", continua Mirus.
"Uma percentagem imensa de nossos casamentos são deliberada e totalmente estéreis; a maioria do resto é deliberadamente estéril grande parte do tempo. Números imensos de casamentos, por intenções deliberadas, não resultam nem em filhos para preservar a raça humana nem em futuros cidadãos para melhor e desenvolver a ordem social".
O resultado dessa mentalidade moderna, diz o Dr. Mirus, é que qualquer um que se opõe à noção de "casamento" homossexual é "silenciado" e "reprimido".
"Além disso", acrescenta ele, "parece portanto certo e justo que as denúncias deles contra o estilo de vida gay e a oposição deles ao casamento gay sejam criminalizadas. Aliás, deveriam ser criminalizadas no nome da liberdade. É por isso que o casamento gay é a mentira que criará condições para mandar milhares de pessoas para a cadeia".
"A insistência em ignorar o vício é a marca registrada de uma cultura decaída, mas a insistência em que uma mentira receba concordância e defesa pública como se fosse verdade é a marca registrada do totalitarismo ideológico. Falar a verdade torna alguém traidor ou o excluí da sociedade".
Mirus cita o exemplo recente do Rev. Hugo Valdemar, porta-voz da Arquidiocese da Cidade do México, que foi acusado neste mês de se envolver em propaganda política quando disse que os católicos não deveriam votar em candidatos que apoiam o "casamento" de mesmo sexo.
Exemplos semelhantes estão se tornando cada vez mais numerosos nos Estados Unidos, Canadá e Europa, com cristãos perdendo seus empregos, sendo multados e sendo arrastados através de prolongadas audiências judiciais de "direitos humanos" por declararem os ensinos cristãos tradicionais sobre a homossexualidade.
O Dr. Mirus sugere que uma "enorme mudança pessoal" é a única resposta para a "ameaça de prisão que paira sobre milhares de pessoas". "A única coisa que dá para se fazer para ajudar é que aqueles que se opõem ao casamento gay comecem a viver de acordo com a compreensão da sexualidade comunicada pela lei natural", disse ele.
"A resposta suprema para todas as ameaças de prisão que pairam sobre milhares de nós é defendermos a verdade por meio das nossas vidas - numa demonstração vibrante que mostre que nós cristãos temos um coração que está preparado até para sofrer perdas, enquanto o coração dos pagãos só está pronto para vencer".

O comentário integral do Dr. Mirus pode ser lido em inglês em
http://www.catholicculture.org/commentary/otc.cfm?id=830


A Igreja não é a casa da mãe Joana!


Minha intenção não é, nunca, ferir a sensibilidade de quem quer que seja, mas, sobretudo, suscitar uma reflexão oportuna sobre comportamentos que não condizem com certas circunstâncias e lugares, no caso específico, refiro-me a atitudes sem propósitos que muitos hereges de plantão querem fazer dentro da Igreja. Nunca aparecem lá, e quando vão, pensam em querer fazer dela a "casa da mãe Joana". Independentemente do que você faça ou realize como profissional, responda-me com sinceridade: "Você gostaria se alguém chegasse a seu lugar de trabalho - seu escritório, seu gabinete, seu departamento de vendas, sua cozinha, sua barraca, sua empresa, sua farmácia - e começasse a mudar tudo de lugar, simplesmente, porque não gostou da disposição das coisas?" Pode até ser que algum desorientado responda de maneira positiva, mas, o normal, é que diga: "Não, não gostaria!". Então, por que na Igreja tudo deve ser permitido? Especialmente em "missas de formatura" - que é um termo inapropriado para a celebração Eucarística, porque não existe "missa de formatura" - e em casamentos, muitos aborrecimentos chegam pelo fato de que muitas pessoas, não habituadas com a celebração litúrgica, não conseguem distinguir a diferença entre a Igreja, que é o espaço sagrado do louvor e do culto prestado a Deus, cuja presença está no Sacrário, permanentemente, e outro qualquer salão de festas, ou, quando não, um salão de debutantes. Quando digo que não "há missa de formatura", quero dizer que a Liturgia da Igreja é uma só, e já está pronta no Missal Romano para as diversas circunstâncias da vivência cristã. Não somos nós que a reinventamos com as chamadas "adições inoportunas", como bem caracterizou o Papa Bento XVI.
Aí, pensa-se poder cantar de tudo, desde que cada um sinta a pulsação emocionante de seu coração embalado pelo romantismo que, às vezes, é visto na televisão. E, quando as pessoas sérias da Igreja tentam dar uma orientação conforme as exigências próprias da sagrada Liturgia, são taxadas de intransigentes e mal educadas. Ora, se a gente vai ao cinema não pode dar um "pio". No teatro, exigem educação, silêncio e respeito durante a apresentação. Quando se mora num apartamento, há um horário limite para determinados barulhos. Se alguém vai ter um encontro com uma pessoa que a julga importante, não vai com a primeira roupa que encontra pendurada no cabide do guarda-roupa.
Quem não cumpre os deveres, deveria perder todos os direitos, se não for capaz de encontrar legítimas e convincentes explicações para o seu atraso. De fato, esse é um problema que está presente na leviandade de muitas pessoas que não prezam por seus compromissos como deveriam, tratando-os com reverência e honradez.
nós sacerdotes não somos funcionários da arbitrariedade e da incompetência de quem não leva a sério a responsabilidade de seus compromissos, querendo transformar a Igreja na casa da mãe Joana, onde cada um faz o que quer, quando quer e pensa que pode. Nosso desejo é que a reflexão ajude-nos a rever nossos conceitos e valores quando nos aproximamos das coisas sagradas da Igreja de Cristo, no intento de não entregarmos "pérolas aos porcos" (Mt 7,6). Embora pareça dura, a expressão é de Cristo Jesus, ensinando aos Apóstolos o santo dever da consciência de não profanar as coisas santas de sua própria e amada Igreja.
______________
Pe. Gilvan Rodrigues dos Santos
Mestre em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma e Escritor
FONTE: Jornal da Arquidiocese de Aracaju/SE 


Bento XVI e a guerra na Igreja

Caro Visitante, transcrevo aqui um longo artigo do ex-teólogo católico Leonardo Boff, repleto de injustiças, inverdades e mágoas contra Bento XVI. À medida que transcrevo, vou também comentando as palavras do ex-franciscano. O artigo apareceu na Folha de São Paulo...

AS GUERRAS não existem apenas no mundo. Dentro da igreja há também uma guerra de baixa intensidade. Ela faz muitas vítimas, com os instrumentos adequados da guerra religiosa, escondidos sob palavras, não raro, piedosas e espirituais. Só para dar um exemplo pessoal: quando fui condenado pelo então cardeal Joseph Ratzinger em 1985 por causa do meu livro "Igreja: carisma e poder", foi-me imposto o que ele denominou de "silêncio obsequioso".

Esse eufemismo implicava muita violência: deposição de cátedra, remoção de editor religioso da Vozes, da redação da "Revista Eclesiástica Brasileira", proibição severa de falar, dar entrevistas, escrever e publicar sobre qualquer assunto. (Observação minha: Primeiramente, a correção na Igreja é um dever estabelecido pelo próprio Cristo. Basta ler Mt 18, onde Jesus ordena corrigir o irmão e, caso não aceite seja tratado como um pagão; recordemos também as várias passagens das cartas paulinas, onde o Apóstolo ordena guardar a sã doutrina e a afastar os que dividem a comunidade com falsas doutrinas; também João, o Apóstolo do amor, nas suas cartas, condena pesadamente os que semeiam erros e dividem a comunidade. São João proíbe até mesmo saudar os hereges; no Apocalipse, Jesus repreende as comunidades que não afastam de si os hereges. Como pode-se ver, Boff - que nunca foi excomungado nem perseguido -, não pode vir com essa conversa. Várias vezes a Santa Sé tentou convencê-lo a não semear o erro e discórdia. Ele, apoiado pelo poderio da Editora Vozes e por amigos fortes na Igreja, sempre fez pouco caso das admoestações de Roma. Quanto ao seu livro, "Igreja carisma e poder" , contém graves erros: ele interpreta a vida e a fé da Igreja em chave materialista marxista. Seu inocente livrinho fez muito mal, colocou muita minhoca na cabeça de muita gente, sobretudo nos seminários. Diante da má vontade e falta de retidão do Boff para com a Igreja, não se viu outra solução senão pedir que durante um ano ele não escrevesse nem desse aulas ou proferisse palestras. Nada que possa matar ninguém. Boff não passa de um conversador com doutorado em teologia, que usa a palavra para enganar). Objetivamente "obsequioso" não possui nada de obsequioso. (Observação minha: "Obsequioso" sim, porque, na linguagem do Vaticano II, na Lumen Gentium, é com o "obséquio" do nosso intelecto que devemos acolher a palavra do Magistério da Igreja. Então, Roma pediu ao Boff que procurasse, sinceramente, num espírito de fé, rever seus princípios. Mas ele, julgando-se infalível, persistiu e persiste na sua teimosia arrogante. Como se vê, o Concílio Vaticano II do Boff não é o real: só existe na cabeça dele).

O mesmo ocorreu com o teólogo da libertação Jon Sobrino, de El Salvador, condenado em fevereiro deste ano. Recebeu apenas uma "notificação". Esta inocente palavra, "notificatio", esconde violência porque ele não pode mais falar, nem dar aulas, conceder entrevistas e acompanhar qualquer trabalho pastoral. O vitimado por uma condenação é "moralmente" morto, pois vem colocado sob suspeita geral, tolhido, isolado e psicologicamente submetido a graves transtornos, o que levou a alguns a terem neuroses e a um deles, famoso, perseguido por idéias de suicídio. (Observação minha: Isto, para dizer de modo delicado, é uma inverdade. Basta recordar a entrevista com o próprio irmão do Leonardo Boff, o Fr. Clodovis Boff: Ele diz claramente que a teologia de Sobrino contém erros de cristologia. Roma tentou fazer o teólogo salvadorenho rever suas posições. Ele não quis. A Igreja, então, cumpriu seu dever: afirmou que sua teologia não exprime a fé católica. Os pastores têm que livrar o rebanho dos erros e dos perigos! Na cabeça do Boff, só o erro é que deve ter direito a ser difundido e comunicado. O Papa e os Bispos não têm o direito, que Cristo mesmo lhes deu, de defender a fé, atacada de dentro mesmo da Igreja, por aqueles que deveriam ensiná-la de modo correto).

Nós fomos, no mínimo, caçados e anulados, pois um teólogo possui apenas como instrumento de trabalho a palavra escrita e falada. E estas lhe foram seqüestradas, coisa que conhecemos das ditaduras militares. (Observação minha: Quem lê isso, pensa que a Igreja é uma sala de tortura! Pura ficção e drama falacioso para comover caluniando).

O que foi escrito acima parece irrelevante, pois é algo pessoal, mas não deixa de ser ilustrativo da guerra religiosa vigente dentro da Igreja. Nela o então cardeal Ratzinger era general. Hoje como papa é o comandante em chefe (Observação minha: Desafio o internauta a ler os escritos de Ratzinger. Ele nunca teve atitudes de general, como Bento XVI nunca se considerou comandante em chefe. Tudo isso não passa de uma linguagem que tem como objetivo tornar o Papa odioso. Boff quer, por fim da força, que este Papa nunca seja amado... Coitado! Por coincidência, recebi de uma pessoa que me pediu para não ser identificada, mas que conviveu com o Santo Padre nestes dias aqui no Brasil, o seguinte e-mail: "A experiência que passei nos dias em que o Santo Padre passou conosco é indescritível. A simplicidade e humildade do homem espantaram a todos nós. De coração, achava que ele era um homem fechado, protocolar. Para nossa surpresa, desde o primeiro dia em que chegou aqui, se mostrou com uma ternura de pai que conquistou todos, não só a nós, como aos funcionários, polícia federal e exército. Todos comentavam as atitudes do Santo Padre, todos surpresos com sua ternura, pois esperávamos um verdadeiro general, e o que vimos foi um homem simples, humilde e sorridente. Ele conseguiu a simpatia do povo. Quebrou várias vezes o protocolo no mosteiro. Na sua partida foi emocionante, ver funcionários, nós mesmos e outras pessoas chorando. O homem realmente transmite a presença de Deus, principalmente pelo olhar, é impressionante. Minha fé continua inabalável, fortalecida com a presença do Santo Padre em nosso meio; muito mais por sua postura de pastor e pai, que simplesmente pela autoridade que exerce. É fascinante, só estando presente para sentir". Eis, portanto! Ratzinger sempre foi assim. O Boff é que sempre se julgou o general da teologia da libertação. Está com raiva porque perdeu os comandados e o exército todo. Mais ainda: perdeu a guerra, porque o Senhor salvou sua Igreja). Qual é este embate? É importante referi-lo para entender palavras e advertências do papa e a partir de que modelo de teologia e de Igreja constrói o seu discurso.

Dito de uma forma simplificadora, mas real: há na igreja duas opções claramente opostas, o que não impede que, na prática, possam se entrelaçar. Face ao mundo, à cultura e à sociedade há a atitude de confronto ou de diálogo.
A partir da Reforma no século XVI predominou na Igreja Católica romana a atitude de confronto: primeiro com as Igrejas protestantes (evangélicas) e depois com a modernidade.
Face à Reforma houve excomunhões, e face à modernidade, anátemas e condenações de coisas que nos parecem até risíveis: contra a ciência, a democracia, os direitos humanos, a industrialização (Observação minha: É verdade que, desde os primórdios, há estas duas tendências. No caso da Reforma protestante e da modernidade, também é verdade que houve uma atitude defensiva da Igreja, dada a gravidade dos ataques que ela sofreu. A Reforma protestante teve que ser barrada por um amplo movimento de catequese e reevangelização. Para isto a Igreja convocou o Concílio de Trento e valeu-se dos jesuítas, recém-fundados. Quanto à modernidade, é preciso dizer que ela surgiu combatendo a Igreja, com um anti-clericalismo radical, um deísmo que desprezava a revelação cristã e a centralidade de Jesus. Esse movimento desenvolveu-se no ateísmo atual. A Igreja tinha que combater tais idéias e as combateu, ora de modo mais equilibrado ora de modo mais forte). A Igreja se havia transformado numa fortaleza contra as vagas de reformismo, secularismo, modernismo e relativismo. Missão da igreja, segundo esse modelo do confronto, é testemunhar as verdades eternas, anunciar a Cristo como o único Redentor da humanidade e a Igreja sua única e exclusiva mediadora, fora da qual não há salvação. (Observação minha: A descrição é injusta e simplista: realmente, a missão da Igreja no mundo sempre foi anunciar Jesus Cristo como único Salvador; reduzir isto a "verdades eternas" é pura má-fé! Esta é a missão que ela própria recebeu do seu Senhor - não pode modificá-la! No entanto, isto não significa confronto: pode ser realizado numa atitude de diálogo, que é precisamente a defendida por Ratzinger e agora por Bento XVI. Quando no passado a Igreja teve uma atitude de confronto ante o mundo moderno foi porque o mundo moderno foi gestado numa atitude de confronto com o cristianismo. Tratou-se de uma perda para os dois lados! Realmente, desde o início do século XX e, especialmente, com o Vaticano II, a Igreja vem tentando estabelecer um diálogo positivo com a chamada modernidade, algo bastante complexo. Infelizmente, para Leonardo Boff e muitos outros, o verdadeiro diálogo seria a capitulação do cristianismo e da Igreja ante a mentalidade do mundo atual e do politicamente correto. E é isto que Bento XVI e qualquer cristão verdadeiro jamais aceitarão).

Em seu documento de 2000, Dominus Jesus, o cardeal Ratzinger reafirma tal visão com a máxima clareza e laivos de fundamentalismo. Tudo é centralizado no Cristo. (Observação minha: É falsa a afirmação. Primeiro, o documento não é de Ratzinger: foi preparado e promulgado com a autoridade de João Paulo II; é um documento do pontificado de João Paulo II, legítimo sucessor de Pedro, a quem Leonardo Boff devia obediência e reverência... A Dominus Iesus não tem nada de fundamentalismo. Ela só diz duas coisas que sempre foram a fé da Igreja e que Boff já não suporta: 1. Cristo é o único Salvador da humanidade - Observe que Boff se queixa porque "tudo é centralizado em Cristo". Ele queria que fosse centralizado no pensamento da turma teológica dele... e 2. A Igreja católica é a única Igreja de Cristo, embora nas outras denominações cristãs haja elementos da Igreja de Cristo. Esta sempre foi a fé da Igreja. Boff quer novidade....) Esta atitude belicosa predominou até os anos 60 do século passado quando foi eleito um papa ancião, quase desconhecido, mas cheio de coração e bom senso, João XXIII. (Observação minha: Atenção! O pessoal da esquerda festiva sempre fala no Beato João XXIII. A tática é a seguinte: primeiro deturpam a imagem do Papa, fazendo dele um papa bonzinho e progressista, que assinaria tudo quanto esse pessoal diz. Depois, em nome desse João XXIII inventado, critica os outros papas! João XXIII jamais aceitaria nem de longe as sandices desse pessoal!). Seu propósito era passar do anátema ao diálogo. Quis escancarar as portas e janelas da Igreja para arejá-la. Considerava blasfêmia contra o Espírito Santo imaginar que os modernos só pensam erros e praticam o mal. (Observação minha: É pura inverdade! Já no discurso de abertura do Concílio, João XXIII apresentava as possibilidades, mas também os perigos da civilização atual. Ele não considerava um bem tudo quanto é moderno e nunca pensou ou disse essa bobagem de pecado contra o Espírito Santo no sentido em que o Boff escreveu. Pecado contra o Espírito Santo é ser intelectualmente desonesto desse modo! Note também que o Boff quer insinuar que Ratzinger considera um mal tudo quanto é moderno. É outra economia da verdade, outra falsidade! Ratzinger nunca pensou que os modernos só dizem heresias. É só ler os seus livros! Só a título de ilustração, ainda como cardeal, o futuro Bento XVI estabeleceu diálogo com Habermas, um dos mais importantes filósofos atuais, que é marxista e ateu; escreveu um livro juntamente com Marcello Pera, pensador não-católico, ex-presidente do Senado italiano; manteve diálogo com Ernesto Galli Della Loggia, historiador não-católico, professor de História das Doutrinas Políticas, e assim por diante. Boff é mentiroso: sempre foi! É uma pena ter que dizer isso, mas é necessário para desmascarar alguém que, em nome de uma vida intelectual, esqueceu há muito os princípios da honestidade do fazer ciência teológica. A sua é uma teologia esotérica, sincretista, a serviço da uma ideologia socialista. Nunca esqueçam que foi o Boff que, indo à antiga União Soviética, quem disse ter visto lá o Reino de Deus!) Há bondade no mundo, como há maldade na Igreja. Importa é dialogar, intercambiar e aprender um do outro. A Igreja que evangeliza deve ela mesma ser evangelizada por tudo aquilo que de bom, honesto, verdadeiro e sagrado puder ser identificado na história humana.

Deus mesmo chega sempre antes do missionário, pois o Espírito Criador sopra onde quiser e está sempre presente nas buscas humanas suscitando bondade, justiça, compaixão e amor em todos. A figura do Espírito ganha centralidade. (Observação minha: O que Boff diz aqui sobre a presença do Espírito é verdade - e Ratzinger nunca negou isso; pelo contrário! Qual é o casca de banana neste pensamento? Depois de contrapor João XXIII a João Paulo II e a Ratzinger, agora o nosso teólogo falacioso contrapõe o Espírito Santo a Cristo. Veja o raciocínio: quando o centro é Cristo, divide; quando o centro é o Espírito, une, porque tudo é fruto do Espírito. O raciocínio é falso e herético por dois motivos:
1. O centro da nossa fé só pode ser Jesus: aquele Fundamento no lugar do qual outro não pode ser colocado;
2. O Espírito é o Espírito de Cristo, que dá testemunho de Cristo, conduz a Cristo e recordará sempre o que Cristo nos falou. Esse "Espírito" a que se refere o Boff parece mais uma entidade pagã que o Espírito de Deus dado por Jesus Cristo!). Fruto da opção pelo diálogo foi o Concílio Vaticano II (1962-1965), que representou um acerto de contas com a Reforma pelo ecumenismo e com a modernidade pelo mútuo reconhecimento e pela colaboração em vista de algo maior que a própria Igreja, uma humanidade mais dignificada e uma Terra mais cuidada (Observação minha: Todos os papas após o Vaticano II continuam nesta linha. Basta ver como Bento XVI faz questão de encontrar sempre os representantes de outras religiões e dialogar com os homens de ciências; basta pensar na Encíclia Fides et Ratio, de João Paulo II.

O problema é que Boff inventa um Concílio da própria cabeça, que nunca existiu. Na sua cabecinha, diálogo quer dizer capitulação da fé cristã, deixar Cristo de lado para abraçar todo modismo que apareça, mesmo quando contrário ao cristianismo. No cristianismo do Boff não há um Cristo que nos preveniu que o mundo nos odeia e primeiro odiou a ele, nosso Senhor e Mestre).
Este "aggiornamento" trouxe grande vitalidade em toda a Igreja, especialmente na América Latina, que criou espaço para aquilo que se chamou de Igreja da base ou da libertação e da Teologia da Libertação. Mas acirrou também as frentes. (Observação minha: O Concílio foi um dom de Deus para a Igreja. O problema foi um grupo de teólogos que desejou tomar o poder de decisões na Igreja - poder que Cristo entregou aos Bispos em comunhão com o Sucessor de Pedro. Houve muitos, Boff inclusive, que deturparam, manipularam e usaram o Concílio para passar idéias absolutamente contrárias ao cristianismo e alheias ao Concílio. A teologia da libertação é um exemplo disso: nasceu de uma tentativa errada de reinterpretar o cristianismo todo à luz do marxismo materialista e ateu. Podem observar: onde a tal teologia foi forte desapareceu o amor à Igreja, sumiram as vocações, o PT e o PC do B triunfaram e a Igreja foi usada para fazer propaganda ideológica... e os pobres foram parar nas seitas para poderem ouvir falar de Jesus. Um exemplo: a Ministra Marina, do Meio-Ambiente, que foi para a Assembleia de Deus! Ainda hoje estamos pagando o preço dessas coisas...).

Grupos conservadores, especialmente incrustados na burocracia do Vaticano, conseguiram se articular e organizaram um movimento de restauração, de volta à grande tradição.

Este grupo foi enormemente reforçado sob João Paulo II, que vinha da resistência polonesa ao marxismo. Chamou como braço direito e principal conselheiro, seu amigo, o teólogo Joseph Ratzinger, elevando-o diretamente ao cardinalato e fazendo-o presidente da Congregação para a Doutrina da Fé, a ex-Inquisição. (Observação minha: Observem como se mente, deturpa e engana: Quem elevou Ratzinger ao cardinalato foi Paulo VI. Notem como o Autor faz questão de dizer que a Congregação para a Doutrina da fé é a ex-Inquisição. É para insinuar ao leitor desavisado que ele mesmo foi perseguido pela inquisição. Em lógica, o nome dado a esse tipo de raciocínio desonesto, é falácia! É por isso mesmo que eu faço questão de desmascarar a desonestidade desse homem que utilizou sua inteligência e sua teologia para fazer mal à Igreja.)

Aí se processou de forma sistemática, vinda de cima, uma verdadeira Contra-Reforma Católica. O próprio cardeal Ratzinger no seu conhecido "Rapporto sulla fede", de 1985, um verdadeiro balanço da fé, dizia claramente: "A restauração que propiciamos busca um novo equilíbrio depois dos exageros e de uma abertura indiscriminada ao mundo" (Observação minha: Boff agora dá uma de fundamentalista: pega a palavra "restauração" fora do contexto de modo vergonhoso para defender sua mentira. Recomendo ao meu caro Visitante a leitura deste livro do Ratzinger, que foi editado não pelas Vozes ou Paulinas porque, na época, as grandes editoras católicas no Brasil censuravam e demonizavam Ratzinger, enquanto idolatravam Leonardo Boff. Agora, isto tudo acabou, graças a Deus).

Ele elaborou teologicamente a opção pelo confronto a partir de sua formação de base, o agostinismo, sobre o qual fez duas teses minuciosamente trabalhadas. Notoriamente Santo Agostinho opera um dualismo na visão do mundo e da Igreja. Por um lado está a cidade de Deus e por outro a cidade dos homens, por uma parte a natureza decaída e por outra, a graça sobrenatural. O Adão decaído não pode redimir-se por si mesmo, seja pelo trabalho religioso e ético (heresia do pelagianismo) seja por seu empenho social e cultural. Precisa do Redentor. Ele se continua e se faz presente pela Igreja, sem a qual nada ganha altura sobrenatural e se salva.

Em razão desta chave de leitura, o papa Bento XVI se confronta com a modernidade, vendo nela a arrogância do homem buscando sua emancipação por próprias forças. Por mais valores que ela possa apresentar, não são suficientes, pois não alcançam o nível sobrenatural, único caráter realmente emancipador. Nela vê mais que tudo secularismo, materialismo e relativismo. Essa é também sua dificuldade com a Teologia da Libertação. A libertação social, econômica e política que pretendemos, segundo ele, não é verdadeira libertação, porque não passa pela mediação do sobrenatural. (Observação minha: Parece erudição, não é? É bobagem, falácia pura! Primeiro, Ratzinger não tem duas teses sobre Santo Agostinho. A primeira foi sim; a segunda é sobre a Revelação em São Boaventura. Quanto ao modo como Boff apresenta Santo Agostinho é de uma simplificação miserável. A cidade de Deus e a dos homens em Agostinho não são somente a Igreja e o mundo, contrapostos interiormente - esta é uma leitura errada surgida na alta Idade Média e que deu origem ao agostinismo político. A cidade de Deus e a dos homens, o pecado e a graça, estão presentes também dentro de cada um de nós e até da Igreja. Santo Agostinho afirma que a Igreja é um "corpo misto", que reúne santos e pecadores. Somente no final o trigo e o joio serão separados. Quanto à impossibilidade do homem e do mundo de salvarem-se por si mesmos, esta idéia começa no Gênesis, no paraíso, passa pela torre de Babel, atravessa os salmos e os profetas é proclamada por Jesus e explicada por São Paulo. Se Boff ouvisse mais a Escritura, ao invés de deturpá-la com uma leitura marxista, descobriria isso facilmente).

Para concluir, se o atual papa tivesse assumido uma teologia do Espírito, coisa ausente em sua produção teológica, teria uma leitura menos pessimista da modernidade. (Observação minha: Aqui ele injuria o teólogo Ratzinger! Que posso dizer? Se Boff fosse mais dócil ao que o Espírito diz à Igreja, não teria feito tanto mal à nossa Mãe católica e não teria traído os votos que professou).

No atual momento se dá o forte embate entre essas duas opções. A Igreja latino-americana pende mais pela opção do diálogo. Esta é mais adequada à cultura brasileira que não é fundamentalista nem dogmática, mas profundamente relacional e dialogal com todas as correntes espirituais.

Somos naturalmente sincréticos na convicção de que em todos os caminhos espirituais há bondade para além dos desvios e que, definitivamente, tudo acaba em Deus. (Observação minha: Aqui, a máscara cai: o antigo teólogo católico e atual livre pensador se trai: ele quer sincretismo; pra ele religião é tudo igual, cada uma com a sua invenção! Já a Igreja - a das origens e a do Vaticano II - deseja somente a fidelidade! Boff jamais aceitaria o que Jesus disse à Samaritana: "A salvação vem dos judeus!" Para o nosso grande guru, Jesus é um fundamentalista, discípulo de Ratzinger! Boff também não aceita a ordem de Jesus: "Ide por todo o mundo! Fazei discípulos!" Boff não atura que não haja outro nome no qual sejamos salvos... Mas, a Boff não interessa a Palavra de Deus nem a Tradição da Igreja! Interessam o marxismo e o politicamente correto. Também é uma ilusão pensar que há embate com a teologia da libertação: a teologia da libertação e a ideologia marxista que a alimentava acabaram. Basta, para ilustrar, a resposta do vaticanista italiano de esquerda e anti-Ratzinger, Marco Politi, numa entrevista na revista Veja desta semana: Perguntaram-lhe: "A Teologia da Libertação tem algum peso hoje?" Resposta de Politi: "Nenhum. Acabou!")

Não parece ser esta a opção de Bento XVI: seus discursos enfatizam a construção da Igreja em sua forte identidade para que seu testemunho seja vigoroso e possa levar valores perenes a um mundo carente deles, como se viu claramente em seu discurso aos bispos brasileiros na catedral de São Paulo.

Essa Igreja é necessariamente de poucos, coisa reafirmada pelo teólogo Ratzinger em muitas de suas obras. Mas esses poucos devem ser santos, zelosos e comprometidos com a missão de orientar e conduzir os muitos, sem se deixar contaminar por eles e pelo mundo (Observação minha: Até onde eu sei, essa era a visão de Jesus e dos primeiros cristãos: Não temais, pequenino rebanho!"). Ocorre que esses poucos nem sempre são bons. Haja vista os padres pedófilos. Por isso, a Igreja precisa renunciar a certa arrogância, ser mais humilde e confiar que o Espírito e o Cristo cósmico dirijam seus passos e os da humanidade por caminhos com sentido e vida. (Observação minha: Aqui, o nosso "teólogo" coroa o seu discurso com um golpe baixo, hipócrita e desonesto. Nenhuma surpresa! Os padre pedófilos - que são uma minoria, fazem também parte da Igreja, como qualquer pecador faz! Ratzinger nunca defendeu os padres pedófilos, mas também nunca quis expulsar ninguém da Igreja - nem mesmo o Boff. Aliás, Boff fala dos pedófilos como se nenhum deles fosse do clube da teologia da libertação. Ao que me consta a enorme maioria dos adeptos dessa teologia não é nenhum modelo de piedade, mesmo que uma minoria seja bem intencionada e até piedosa... Ao final, quem é arrogante? O Papa ou o Boff? Que acusação Bento XVI fez contra o Boff? Nenhuma! A não ser corrigir - como era seu dever - contra os desvios, alguns dos quais você, caro Visitante, acabou de testemunhar! O Papa não tem arrogância;, tem, sim, clareza e convicção, que Boff não suporta.).

Caro Visitante, dei-me ao trabalho de transcrever todo este artigo de Leonardo Boff e desmontá-lo porque penso firmemente que somente assim podemos neutralizar o veneno desse pessoal que não se cansa nunca de atacar a Igreja e tudo quanto nos é caro, a nós católicos, que temos alegria e orgulho em relação à Santa Igreja, Mãe que nos gerou para Cristo...

Retirado de http://www.domhenrique.com.br



domingo, 6 de novembro de 2011

Dia Nacional do Riso

O ato de dar risada tem um dia só dele no Brasil:06 de Novembro,Dia Nacional do Riso.Mas afinal será que a expressão "rir é o melhor remédio" é mesmo verdadeira?
Muitos especialistas já recorreram a estudos para tentar descobrir como esse ato tão divertido afeta o corpo e a vida das pessoas. O que grande parte dos resultados mostra é que os efeitos vão muito além da sensação de bem-estar ou da moleza no corpo após uma longa gargalhada.
"Os principais estudos sobre o efeito do riso em nossa saúde dedicaram-se aos sistemas cardiovascular e imunológico e á percepção de dor",conta o neurologista Ricardo Teixeira,do Instituto do Cérebro de Brasília.Responda ao teste e descubra qual real impacto que o riso provoca na sua saúde e -mais ainda- nas pessoas ao seu redor.
Ao rir e ver a vida de forma mais positiva,a sua imunidade aumenta e as chances de se curar de doenças são maiores. "Se você decide adotar uma postura bem-humorada,otimista,seu corpo também responde,e o faz sentir-se bem mais saudável," conta isso a endocrinologista Glaucia Duarte,especialista do Minha Vida.



Laudimila Pereira (Postulante)

sábado, 5 de novembro de 2011

Missa em honrra ao Sagrado Coração de Jesus

Nesta última sexta feira,a primeira do mês de novembro, as Irmas Pequeninas tiveram a alegria de celebrar mais uma vez ,juntamente com toda a comunidade, a missa em honrra ao Sacratíssimo Coração de Jesus, realizada em sua residência; a celebração contou com a presença de mais de 100 pessoas. O nosso Pároco Pe. Juares,ao fim da missa, deu a benção no "quadro Peregrino", é a capelinha do Sagrado Coração.Mais de 60 famílias já recebem em suas casas a visita do quadro do Sagrado Coração de Jesus,juntamente com um devocionário,indicando as orações a serem rezadas. È uma benção, já temos testemunhos de graças recebidas.























Esta grande festa acontece todas as primeiras sextas-feiras do mês, como Jesus pediu a Santa Margarida.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

TESTEMUNHOS DE FÉ


Myrian Rios (Atriz)
Mineira, ex-atriz Global, conhecida nacionalmente por seu relacionamento de 12 anos com Roberto Carlos e seu talento de atuação. Hoje é membro compromissado da Comunidade Canção Nova. Acompanhe depoimento da atriz.
Eu comecei minha carreira com 16 anos e nunca havia pensado em ser artista e a primeira coisa em que me preocupava era quanto eu ia ganhar. Minha meta era ganhar dinheiro, era ficar conhecida e embora minha família fosse católica, eu segui por estes caminhos.
Eu passei dos meus limites, aceitei assinar um contrato com uma grande emissora e queria ficar famosa e ganhar muito dinheiro, fiz algumas fotos sensuais com a finalidade de ter mais dinheiro para pagar minhas contas. Eu pensava comigo que aquela oportunidade havia caído do céu, mas na verdade não caiu do céu, veio foi do inferno! Eu me lembro que cheguei no estúdio para fazer este trabalho constrangedor e estava com muita vergonha, mas precisava estar ali para pagar minhas contas.
Mas Deus às vezes nos permite “enfiar o pé na lama” para que possamos provar de que na verdade Ele quer nos dar uma vida de paz e prosperidade. Os trabalhos que convidaram para que eu fizesse falavam sobre adultério, sobre roubo, sobre passar as pessoas para trás. Lembro que na época em que começou a AIDS, eu tive que fazer um pedido para um diretor meu de não me filmar numa cena beijando um colega de trabalho que era homossexual e tinha AIDS, pois eu tinha medo de pegar AIDS dele, porém depois fui perceber que eu não tinha que me preocupar se eu ia pegar AIDS ou não, mas sim me preocupar com aquela pessoa que tinha se desviado em seus caminhos e tentar ajudá-la de alguma forma.
Alguns pensam que eu fiquei louca, porém eu não ligo, pois sei que meu lugar é o céu. Há cinco anos que estou na Canção Nova e comecei prestando serviços e hoje sou da Comunidade como aliança. Eu chamava uns amigos meus nos programas e eles achavam estranho, falavam que havia alguma coisa diferente, pois nas emissoras seculares nas gravações ouvíamos xingamentos, gritos e aqui todos os tratavam muito bem.
No dia em que eu marquei com o Eto para me colocar a disposição da Canção Nova, eu cheguei e falei: “estou aqui, eu sou atriz, eu falo Inglês e estou disposição para fazer qualquer coisa aqui como voluntária”. Se você abre o seu coração com docilidade, com obediência, com docilidade, Deus agirá em você, agora se você disser, “eu quero ser um artista de Deus”, mas continuar fumando maconha, vivendo um namoro no pecado, você não será ajudado por Deus.
Uma vez eu estava no aeroporto via uns irmãos muçulmanos e em um determinado momento eles faziam as orações deles, e não se envergonhavam, nós também não devemos nos envergonhar, devemos ser católicos que fazem a diferença. Numa semi-final de futebol vi o goleiro de um dos times rezando o terço e ao final da partida depois de uma série de pênaltis o time saiu vencedor, eu vibrei pois vi que aquele rapaz rezava o terço antes das cobranças de pênalti e Maria intercedeu por aquele time, se aquele goleiro rezava o terço para todos verem, porque nós temos vergonha de rezar o terço onde trabalhamos, no lugar em que tivermos.
Se você se coloca inteiro nas mãos de Deus, Ele terá como agir e é maravilhoso experimentar a providência de Deus, não busque salários. Eu não sei hoje o que falta a você para se entregar ao Senhor de maneira plena, 100%, mas peça ao Senhor a graça de ser inteiro Dele.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Quem confia no amor de Deus lança-se na Esperança

Nós necessitamos ser simples e humildes,para compreendermos a vontade do Pai a nosso respeito e conhecer as riquezas do coração de Jesus Cristo. O próprio Filho de Deus,cheio do Espírito Santo,exulta: "Eu te louvo,Pai,Senhor do céu e da terra,porque escondestes essas coisas aos sábios e aos inteligentes,e as revelastes aos pequeninos.Sim,Pai,porque assim foi do teu agrado"(Lc 10,21)
Nós precisamos nos despertar de nós mesmos e estar disponíveis para o Reino dos céus,pois Cristo quer contar conosco.Não tenhamos medo de vivermos numa total dependência de Deus, esperando tudo d'Ele,porque jamais seremos decepcionados.Quem confia no amor de Deus,lança-se na esperança!
Nesta vida,passamos e passaremos pelas mais diversas situações e em todas elas não podemos perder Deus de vista,precisamos permanecer unidos ao Senhor,principalmente,quando não entendemos o que está acontecendo conosco.Na situação em que você se encontra,hoje,una-se a Jesus e espere n'Ele,sem jamais perder a confiança na misericórdia de Deus.
"Este é o nosso Deus,esperemos n'Ele,até que nos salvou,este é o Senhor,n'Ele temos confiado:vamos alegrar-nos e exultar por nos ter salvado"(Is 25,9)


Jesus eu confio em vós!

Quem vê esperança na morte,vive vida de esperança diz Papa

O Papa Bento XVI dedicou a catequese desta quarta-feira,02,ao dia de finados,oferecendo a todos os fiéis uma explicação sobre o significado deste dia e sobre a esperança que deve brotar no coração dos cristãos diante da morte.
"Caros amigos,a solenidade de todos os santos e a comemoração de todos os fiéis defuntos nos dizem que somente quem pode reconhecer uma grande esperança na morte,pode também viver uma vida a partir da esperança".afirmou.
O Santo Padre falou sobre a visita aos cemitérios que caracteriza a comemoração dos fiéis defuntos,destacando que este gesto deve levar os fiéis a traçarem um caminho de renovada esperança na vida eterna.
"A estrada da morte,na realidade,é uma vida de esperança,e ,percorrer os nossos cemitérios,como também ler aquilo que está escrito sobre as tumbas,é cumprir um caminho marcado pela esperança na eternidade",destacou.
O Papa também abordou questões relativas ao medo da morte e sobre os ricos que provém do desejo de procurar respostas diante da vida após a morte.
"Hoje o mundo se tornou,ao menos aparentemente muito mais racional,ou melhor,se difundiu a tendência de pensar que todas as realidades devem ser afrontadas com critérios da ciência experimental(...) Deste modo,nem se dáconta que deste modo pode-se cair em formas de espiritismo,na tentativa de contato com o mundo além da morte",exortou.
Bento XVI diante dos túmulos dos papas
Às 18:h no horário de Roma (15h no horário de Brasília),Bento XVI se dirigirá à cripta dos papas,que fica localizada no subsolo da Basílicam Vaticana,onde fará um breve momento de oração por todos os defuntos diante dos túmulos dos vários papas que estão enterrados no local.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

A morte cerebral é verdadeira morte?

Em videoconferência membro da comissão de bioética da CNBB aborda morte cerebral.
A morte cerebral é verdadeira morte? È seguro fazer doação de órgãos logo após constatação de morte cerebral?Para esclarecer esses e outros assuntos Pe. Hélio Luciano, membro da comissão de Bioética da CNBB,e doutorado em bioética pela faculdade de medicina do campos Biomedico de Roma,(UNICAMPUS) na Itália,realizará uma videoconferência,neste sábado.
O sacerdote realizará a conferência  a convite da organização católica,Human Life International,organizadora do II Congresso Internacional pela Verdade e pela vida,que será realizado entre os dias 03 e 06 de novembro,no colégio São Bento em São Paulo.

Senado de Porto Rico aprova código penal que proíbe aborto

O senado de Porto Rico aprovou na segunda feira, o projeto do novo código penal que mantém a proibição do aborto,e agora deverá ser enviado á Câmara de Representantes para ser debatido.
O projeto dispõe no artigo 99,"que toda mulher que busque de qualquer pessoa algum remédio,droga ou substância,e tome,ou se submeta a qualquer operação ou a qualquer outra intervenção cirurgica ou outro meio,com o proposito de provocar um aborto,exeto o caso de que seja necessário para salvar sua saúde ou sua vida,será sancionada com uma pena de reclusão por um tempo fixo de dois anos".
Conforme a imprensa local,se o projeto for aprovado pela Câmara de Representantes,seria enviado ao governador Luís Fortuño,que com sua assinatura o converteria em lei.


Fonte:http://www.acidigital.com/noticia.php?id=22695#.Tqn2skmcIkI.email