quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O que é a festa do Halloween?

O Halloween é uma festa muito comum nos EUA e na Europa, celebrada no dia 31 de outubro. A comemoração veio dos antigos povos bárbaros  celtas, os quais habitavam a Grã-Bretanha há mais de 2 mil anos.

Os celtas realizavam a colheita nessa época do ano, e, segundo um antigo ritual, para eles os espíritos das pessoas mortas voltariam à Terra durante a noite e queriam, entre outras coisas, alimentar-se e assustar as pessoas. Então, os bárbaros costumavam se vestir com máscaras assustadoras para afastar esses espíritos.

O episódio era conhecido como o “Samhaim”. Com o passar do tempo, os cristãos chegaram à Grã-Bretanha, converteram os celtas e outros povos da ilha, especialmente pela intercessão de São Patrício, no século IV e V, e com o grande São Columbano no século VI.

Assim, a Igreja Católica transformou este ritual pagão em uma festa religiosa. Esta estratégia  da Igreja foi ensinada por São Leão Magno e São Gregório Magno, passando a ser celebrada nesta mesma época, mas em vez de honrar espíritos e forças ocultas, o povo recém-catequizado deveria honrar os santos. Daí veio o “All Hallows Day”: o ‘Dia de todos os santos’.

A tradição, entretanto, continuou entre estes povos. Além de celebrarem o  ’Dia de todos os santos’, os não convertidos ao Cristianismo celebravam também a noite da véspera do ‘Dia de todos os santos’ com as máscaras assustadoras e com a comida. A noite era chamada de “All Hallows Evening”, abreviando-se, veio o Halloween.

Vemos assim que a tradição de comemorar as bruxas ou outros espíritos não é cristã e deve ser evitada, ainda que tenha apenas uma conotação folclórica. Devemos, sim, celebrar o dia de todos os santos.  Esses são reais e verdadeiros, são modelos de vida para nós e, diante de Deus, intercedem por nós sem cessar.

É bom lembrar a recomendação de São Paulo: “As coisas que os pagãos sacrificam, sacrificam-nas a demônios e não a Deus. E eu não quero que tenhais comunhão com os demônios. Não podeis beber ao mesmo tempo o cálice do Senhor e o cálice dos demônios. Não podeis participar ao mesmo tempo da mesa do Senhor e da mesa dos demônios.  Ou queremos provocar a ira do Senhor? Acaso somos mais fortes do que ele?” (1 Cor 10,19-22)

Prof. Felipe Aquino

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

UMA FESTA DE OURO DA DIOCESE DE VIANA




Jubileu de Ouro da Diocese de Viana


 A criação e instalação da diocese de Viana,já era muito esperada desde a década de quarenta.O saudoso Mons. Eider Furtado da Silva foi um grande precursor dessa idéia.Ele teve a missão especial de preparar a região para essa realização.

Finalmente no dia 30 de outubro de 1962. Santo Padre o papa João XXIII concretiza a criação da  Diocese de Viana, tendo como primeiro bispo Dom Hamleto de Angelis.Padres,freiras,postulantes,agentes de pastorais,muita gente nova chegando,compondo a nova unidade diocesana,cada um com sua visão de mundo,de pastoral e até mesmo de igreja,linguagens diversas se entecruzando. Nascia assim,a Diocese de Viana. "Província Eclesiástica do Maranhão ".

Cinquenta anos se passaram e quanta história para ser contada!Quantos desafios,quantas lutas,quantas conquistas!Quantos sorrisos,quantas lágrimas! Quantas bênçãos,quantas graças,pecados também!!!

Quantos chegaram,participaram e se foram! Muitos tombaram,muitos desistiram,muitos ficaram no meio do caminho.Outros chegaram,ficaram e continuam.Mas,todos,literalmente todos,colocaram o seu tijolo nesta grande construção.E é por essa razão,que ao celebrarmos este meio século de existência,podemos ver,tocar,os grandes sinais de Deus,do Santo Espírito,revelados,impressos,em cada ação pastoral,em cada gesto de fé,em cada prática missionária. Este é um momento para agradecer.Agradecer a Deus pelo companheirismo,pelos compromissos missionários assumidos,pela coragem,pela caminhada.Mas,este é também um momento para reflexão,para pedir perdão,pelas omissões,pela falta de testemunho cristão,por não encarnarmos o Evangelho de Jesus à realidade dos nossos irmãos excluídos.

Os padres,religiosos,religiosas,leigos e leigas,que se doam incansavelmente na luta pela justiça,pela igualdade,pela paz,pelo bem da nossa comunidade diocesana e que escrevem agora esta história.
No dia 30 de outubro a nossa diocese festeja os seus 50 anos escrevendo e vivenciando uma página nova,o Projeto das Santas Missões Populares.As paróquias,as comunidades, celebraram a festa das Grandes Semanas Missionárias.

Que Nossa Senhora da Conceição padroeira e Mãe Missionária cuide de todos os filhos e filhas desta diocese,abençoe o nosso Dom Sebastião Lima Duarte para guiar o seu rebanho. "Fiat voluntas tua"(lema da sagração de Dom Sebastião)
Sou agradecida a Deus por fazer parte desta história desde o seu início e ter vivenciado os diferentes momentos desta caminhada.

Parabéns a nossa DIOCESE DE VIANA! FELIZ FESTA! É A FESTA DO POVO DE DEUS. 
Fonte: Maria da Conceição Arrais 
Postado por: Diác. Ferdnando Costa

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

* A Igreja uruguaia declara excomunhão de políticos que votaram a favor da lei do aborto.




Tradução:  Fratres in Unum

Os políticos uruguaios que votaram a favor da despenalização do aborto estão excomungados de forma “automática”, anunciou ontem o secretário da Conferência Episcopal do Uruguai (CEU), Monsenhor Heriberto Bodeant, que indicou que isso ocorria porque eles promoveram práticas “contrárias à vida”.


Para a Igreja, com a aprovação da lei, o Uruguai retrocedeu em matéria de valores humanos. Além disso, Bodeant disse que “a vida não é algo passível de plebiscito, que se possa decidir por maiorias e minorias”.

Portanto, a Igreja não participará da convocação para uma consulta popular, como promovem alguns legisladores do Partido Nacional. No entanto, se o mecanismo for ativado, tomarão uma posição, que poderá ser recomendar ou não a votar.

A Igreja manifestou também em comunicado sua “profunda dor e rechaço” à lei que despenaliza o aborto.

“Orgulhamo-nos de ser um dos primeiros países que aboliu a pena de morte; hoje nos entristecemos por ser o segundo país de América Latina a legalizar o aborto”, disse.

“A excomunhão automática é para quem colabora na execução de um aborto de maneira direta, e fazer este ato concreto é uma maneira direta (…) Se um católico vota (uma lei) com tal intenção manifesta, ele se afasta da comunhão da Igreja”, explicou Bodeant.

Quanto ao comportamento que a Igreja terá logo que o presidente José Mujica promulgar a lei, ele indicou que será o de anunciar a “valorização da vida”. “É um trabalho que aponta para o fortalecimento da lei escrita no coração de cada pessoa”, manifestou.

Legisladores da oposição e organizações sócias lançaram, na quinta-feira, uma comissão para analisar a melhor forma de revogar a norma que despenaliza o aborto até 12ª semana de gestação.

“Uma parte da sociedade não vai aceitar a lei e vamos trabalhar pelos mecanismos que contribuam para revogá-la”, disse o líder do opositor Partido Nacional, Carlos Iafigliola, um dos porta-vozes da Comissão Nacional Pró-Revogação da Lei do Aborto.

As possibilidades a serem analisadas pela comissão incluem a interposição de recursos de inconstitucionalidade da nova lei, apelar à Corte Interamericana de Justiça, alegando que a lei violenta o Pacto de San José de Costa Rica, e a coleta de assinaturas para convocar um referendum sobre a norma.

sábado, 13 de outubro de 2012

As Irmãs Pequeninas formaram neste dia 12 mais uma turma de coroinha no povoado curva da Mata do Boi.





Ontem 12 de outubro foi a missa de acolhimento dos novos coroinhas, crianças que se dispuseram para ajudar a igreja no ministério dos acólitos.




A comunidade de curva da mata do boi se alegrou juntamente com os familiares de cada criança.
Vinícius, David, Elielson e Maria Raissa agora são responsáveis em ajudar  o sacerdote servindo o altar.






1° Infância Missionária de Bela Vista do Maranhão um Projeto feito pelas Irmãs Pequeninas parceria com paróquia.


Nestes dia 12 de outubro as Irmãs Pequeninas comemoraram o dia das crianças de um jeito todo especial, com a implantação do projeto infância missionária que levou às crianças as ruas da cidade em um desfile e logo após as crianças saíram em uma evangelização pelas ruas da cidade.







As crianças visitaram as famílias pregando a palavra e convidando as famílias para participarem da comunidade.






À tarde a programação continuou, com muitas brincadeiras, competições e lanche para a garotada, alegria total para a criançada.








As Irmãs Pequeninas   agradecem a todos que colaboraram e desejam a todas as crianças um feliz e abençoado dia das Crianças.



segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Papa na primeira sessão do Sínodo: "Deus rompeu o silêncio do Universo"


Tags:

Os trabalhos da 13a Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização foram abertos na manhã desta segunda, 08, com a oração das Laudes, presidida pelo Papa, na Sala Paulo VI. Bento XVI se dirigiu aos 262 padres sinodais de todo o mundo com as seguintes palavras: “O cristão não deve ser morno; este é o mais grave perigo para o cristianismo de hoje: a tepidez desacredita o cristianismo” – refletiu o Papa, .


“O fogo é luz, é calor, força de transformação: a cultura humana começou quando o homem descobriu que podia criar o fogo, que destrói, mas, sobretudo transforma, renova e cria uma novidade, a do homem que se torna luz em Deus”.


Para o Papa teólogo, é importante que no latim cristão, a palavra 'professio' tenha sido substituída pela 'confessio', palavra usada nos tribunais, em processos, e que traz consigo um elemento martiriológico: o testemunho, o risco da morte, a disponibilidade de sofrer. Bento XVI se dirigiu aos padres sinodais:


“Isto é muito importante, pois garante credibilidade. A fé não é uma coisa qualquer, que posso até deixar cair. Sabemos que para nós, a confissão não é uma palavra vazia, é mais do que a morte. Quem a faz demonstra que a verdade vale mais do que a vida: é uma pérola preciosa”.


A este propósito o Pontífice recordou que “o lugar da confissão é o coração e a boca, ou seja, a fé não é apenas uma realidade do coração, mas deve ser comunicada, confessada; tende a ser pública, como o fogo que se acende e se alastra, gerando novas chamas. É necessária a coragem da palavra. A confissão é o primeiro alicerce da Evangelização, e não é uma coisa abstrata. Tornando-se visível, é a força do presente e do futuro”.
                                           

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Como encontro a solução dos meus problemas?



Os Dez Mandamentos que Moisés recebeu de Deus, no alto do monte, eram os mandamentos básicos para o povo se tornar gente, porque Moisés não aguentava mais governá-lo. O profeta se colocou na presença do Senhor e expôs a situação:"Deus, eu não aguento mais! O Senhor me envolveu com esse povo, estou no meio dele, só que não aguento mais! Deus, o que é que eu vou fazer?"

                                    "O intercessor se põe entre Deus e o povo",ensina monsenhor Jonas

Moisés foi buscar a sabedoria do Altíssimo, porque ele estava totalmente envolvido. O Senhor o envolvera com aquele povo. Ele se sentia responsável por todos, sofria por eles e padecia nas mãos daquela gente. Mas em todas as situações ele se dirigia a Deus. Sempre, em tudo, Moisés recorria ao Senhor. Era o intercessor: estava com o povo e estava com Deus.


A atitude do intercessor é a de estar envolvido com o povo, com os irmãos e com a situação destes. Ele está com o coração partido pelas coisas que os irmãos vivem, mas sabe que não vai poder solucionar nada por si mesmo. Moisés já tinha aprendido: quando quis solucionar a questão por conta própria e foi fazer justiça com as próprias mãos, matou um egípcio e estragou tudo (cf. Ex 2,11-15).


O intercessor se põe entre Deus e o povo. Ele permite que o Espírito Santo ore e peça nele, que Ele advogue por eles. Por isso, acaba se tornando íntimo do Todo-poderoso, mesmo sendo fraco e pecador. Deus o faz íntimo. O intercessor está cooperando com Ele e o Senhor lhe fala como servo. Ele anuncia, de antemão, o que vai acontecer. Antes que alguém perceba, o servo de Deus começa a ter a intuição de que alguma coisa está por acontecer e que é preciso pedir, interceder, tomar posição. Deus realmente segreda aos Seus íntimos aquilo que só Ele conhece e julga importante que os Seus servos saibam.


O que podemos constatar é que em todas as situações Moisés buscava a Deus.Justamente por isso o Senhor lhe trazia a solução. Sempre e em tudo recorria a Deus Pai. Buscava d'Ele a solução. Deus se sensibilizava e atendia, nunca faltava a solução. O Altíssimo está precisando de intercessores assim nos grupos, nas comunidades, nas paróquias.


Talvez você tenha se decepcionado, se magoado e se ferido muito com a pessoa com quem você se casou. Mas essa pessoa é carne da sua carne, osso dos seus ossos. Nem foram vocês que se uniram. Foi Deus quem os uniu, e vocês não podem negar: ele(a) é a sua carne. E, se errou, se foi infiel, ainda assim é sua carne. Sei da decepção e da tristeza do seu coração; e da depressão em que você entrou; mas a solução para sua decepção é assumir a posição verdadeira do intercessor.


Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova




Da indústria do aborto à causa pró-vida





Tags: aborto

Em uma recente conferencia em Illinois (Estados Unidos), antigos trabalhadores da indústria do aborto recordaram como era seu trabalho, com o qual pensavam estar ajudando às mulheres, e logo como se converteram à causa pró-vida.


"Queríamos entender melhor a mente das pessoas que trabalham na indústria do aborto", disse a organizadora da conferência, Ann Scheidler, vice-presidente da Liga de Ação Pró-vida.


Em diálogo com o grupo ACI, Scheidler disse que o propósito da conferência "Convertido: De provedor de abortos a ativista pró-vida" foi escutar o que antigos trabalhadores abortistas tinham a dizer sobre por que entraram na indústria do aborto e o que os levou a abandoná-la.


Enquanto que os médicos abortistas e trabalhadores das clínicas são às vezes vistos pelos pró-vida como pessoas sem coração, em realidade alguns são "pessoas extremamente compassivas", que são mal aconselhadas e acreditam que "estão ajudando às mulheres", explicou.


"É muito bom para nós entender de onde vêm estas pessoas", disse Scheidler.


A conferência, realizada em 22 de setembro, aconteceu no Hotel Crowne Plaza Ou’Hare, e apresentou a oito antigos trabalhadores abortistas, que contaram suas histórias de conversão.


Scheidler disse que cada um deles tinha uma história diferente, mas compartilhavam a experiência comum de dar-se conta de que o aborto "não era o que pensavam".


A decisão de deixar a indústria do aborto pode ser "difícil", indicou. Frequentemente eles se dão conta de que "todos os que conhecem são pró-aborto", assim, deixar o trabalho significa encontrar uma comunidade inteiramente nova.


"Isso é pedir muito", disse. "É algo difícil de fazer".


Enquanto que a carência de recursos fazia com que fosse especialmente difícil abandonar este trabalho no passado, um novo ministério começado pela ex-diretora do Planned Parenthood, Abby Johnson, está ajudando àqueles que desejam abandonar a indústria abortista.


Um dos participantes, o Dr. John Bruchalski, atualmente líder pró-vida no norte do estado da Virginia, realizava abortos em seus primeiros dois anos de residência.


Apesar de ter crescido em uma família católica, perdeu a fé entre as décadas de 1970 e 1980. Ao querer ser um "grande" doutor, pensou que precisava fazer abortos, acreditando que assim estava ajudando às mulheres a serem "mais felizes" e "mais saudáveis".


Bruchalski disse ao grupo ACI que foi uma combinação de fatores o que mudou sua forma de pensar. Parte disso foi a experiência de realizar abortos.


"Quando você faz o procedimento, começa a matar a outro ser humano de perto", disse, descrevendo a experiência de ver "a vida deles dessangrando", desde alguns centímetros de distância.


"A realidade vai através da sua mão e dentro do seu coração", disse.


Realizar abortos, assinalou, "endurece cada vez mais o coração" porque continuamente você precisa justificar a si mesmo seus atos, explicou.


Além disso, disse que cada vez há mais informação que mostra que os abortos e a anticoncepção não são saudáveis para as mulheres e que tem "muitos efeitos colaterais significativos", tanto físicos como psicológicos.


Algo que também ajudou para sua conversão foi a relação com um neonatólogo que trabalhava com ele que o desafiou a repensar suas ideias.


Finalmente, disse que experimentou uma renovação espiritual depois de participar de duas peregrinações.


"Todas essas peças se juntaram em 1989", disse, explicando que teve que "ajustar meu coração e toda minha perspectiva".


Agora ele trata de compartilhar seu testemunho com outros, ajudando-lhes a ver a realidade do aborto. Em 1994, encontrou o Centro de Família Tepeyac, um centro pró-vida na Virginia.


"Se é tão bom, por que tão poucos médicos realizam abortos?", pergunta Bruchalski a seus estudantes de medicina quando dá palestras.


Bruchalski disse que ele conhece outros antigos médicos abortistas que se converteram e cada um tem uma história diferente. Ele acredita que Deus fala com cada pessoa a sua própria maneira.


"Ele me falou em minha linguagem, que intrinsecamente entendi", disse.

Bispo faz apelo para que os pais não interfiram no chamado vocacional do filho



Tags: vocação, chamado, vida religiosa

O bispo de Córdoba, Espanha, Demétrio Fernández, pediu para que os pais de família não se oponham se um dos seus filhos receberem o chamado vocacional para o sacerdócio, pois se trata de um chamado de Deus para a casa e para a Igreja.


"Pais e mães, se o seu filho lhe diz que quer ir para o seminário, não os impeça sob qualquer circunstancia que seja. Não te faça responsável por impedir algo de Deus. Não o atrase sob o pretexto de alguma coisa. Por que e se dentro de um tempo essa vocação se vai? Quem será o responsável?", disse o bispo em sua carta semanal.


Dom Fernandez fazia referência à ordenação de dois novos sacerdotes no último dia 29 de setembro, um era diocesanos e o outro franciscano, e dizia o bispo: "mais uma vez Deus nos oferece a oportunidade para agradece-Lo por estes dons, enquanto insistentemente nós convidamos a enviar trabalhadores porque a messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. O Seminário em Córdoba conta com 25 novos alunos este ano, nove no seminário maior e 16 no menor".


Outro pedido do bispo foi direcionado aos sacerdotes, catequistas e professores: "tem que se falar com amor às crianças sobre a vocação sacerdotal. Quem tiver isso em seus planos futuros será porque ouviu falar de Deus, da amizade com Jesus Cristo, de amor filial à Virgem a serviço da Igreja nas coisas de Deus, do dom total de si, o horizonte missionário".


"Quando uma criança e um jovem se iludem com o seu próprio futuro, apresente o horizonte de uma vida sacerdotal de total entrega, como tantos sacerdotes santos: São João de Ávila, Santo Cura de Ars...", finalizou o Bispo Córdoba.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

IV Retiro das Religiosas e consagradas da RCC


Nos dias 21 á 23 de Setembro aconteceu em Mococa (SP), na Comunidade Missionária Providência Santíssima o IV retiro das religiosas e consagradas da RCC. 





Este encontro contou com a presença de religiosas que fazem parte deste ministério,o retiro foi comandado por monsenhor Augusto da cidade de Pinhal (SP),que falou do tema: “apascenta as minhas ovelhas”(Jo 21,17).





Madre Rejane fundadora do Instituto das Irmãs Pequeninas do Sacratíssimo Coração de Jesus, e coordenadora nacional do ministério das religiosas e consagradas da RCC agradece a presença e a colaboração de todos!

sábado, 8 de setembro de 2012

Encontro Estadual de Ministérios - Timóteo






Minas Gerais já está reunida para um importante momento de formação na cidade de Timóteo. Caravanas de todo o estado já foram acolhidas no Clube Alfa no bairro Primavera.

Este encontro contará com a presença dos coordenadores nacionais, e Madre Rejane (coordenadora nacional do ministério das religiosas e consagradas da rcc e fundadora do Instituto das Irmãs Pequeninas do Sacratíssimo Coração de Jesus)  já se faz presente para falar do ministério das Religiosas e leigas consagradas, e da sua importância no meio da RCC.


IV RETIRO PARA RELIGIOSAS E CONSAGRADAS DA RCC

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Os meios eficazes para receber o Espírito Santo




- A Escritura nos ensina que, de modo global, são três os meios, que nos comunicam a vida do Espírito de Deus: a Graça Sacramental, a Oração fervorosa e a Convivência fraterna. Embora sendo cada uma dessas realidades distintas em si mesmas, funcionam conjuntamente, são, pois, interdependentes.


Nos sacramentos o Senhor, por mediação da Igreja, nos assegura a Graça de Deus segundo a natureza e o fim de cada um. Se alguém recebe a sagrada confissão, deve saber e crer que a graça recebida consiste na absolvição dos seus pecados, a qual lhe reconcilia com o Senhor, consigo mesmo e com os irmãos.Obviamente, na confissão não se busca, ao menos em primeira instância, a graça de viver o amor de Cristo conjugalmente, esta advém pelo Sacramento do matrimônio e assim sucessivamente.


No entanto, uma coisa é certa: não se pode viver a graça comunicada pelos sacramentos se não se busca uma fervorosa vida de oração. E essa oração será estéril e inóqua se não conduzir ao amor fraterno; à construção do Reino entre nós. Toda vocação cristã,seja ela qual for,tem por escopo esta realidade. Daí não poder se realizar vocacionalmente quem não procura crescer nesses três meios da vida espiritual.
O Pai Nosso, modelo sublime de toda oração cristã e tantas vezes recitado por nós, nos ensina claramente esta verdade: voltar-se constantemente a Deus que é Amor, para gerar comunhão, solidariedade, perdão… Entre nós.


E não podemos falar de reconciliação, acolhimento e amor, sem, lembrar que, sobretudo para nós latino-americanos, os primeiros a serem considerados nossos irmãos são os pobres. Estes constituem uma categoria toda especial para crescermos espiritualmente, no seguimento de Jesus Cristo. Pois nossa opção por eles deve ser feita não por motivos sociológicos e ideológicos, estes são secundários e relativos, mas numa dimensão propriamente religiosa: neles se encontram o centro dos valores do Reino; eles são um “sacramento” de Jesus Cristo. Estamos suficientemente vivendo segundo o Espírito de Cristo quando não só acolhemos os pobres, como verdadeiros irmãos, mas, sobretudo quando nos tornamos pobres com eles. Os pobres são sujeitos da espiritualidade cristã e não objeto dela.


1. Para permanecer pleno do Espírito Santo
Não basta receber o Espírito Santo, é preciso que o tenhamos, totalmente, de forma completa, e mais necessário ainda (e por vezes difícil) é permanecer prenhe de sua Graça. Objetivamente o Senhor é quem nos concede o seu Espírito, mas a nível subjetivo vai depender de nós a sua constante presença, principalmente em se tratando de uma presença plena. O Apóstolo Paulo diz ao seu discípulo Timóteo: “te recomendo de reavivar o Dom de Deus que recebeste pela imposição de minhas mãos’’ (2Tm 1,6).Esta exortação nos deixa claro que a recepção do Espírito, pelo qual nos advém todos os dons divinos, é Graça mas também conquista.

Nesta perspectiva, é importante ter conhecimento e aplicar em nossas vidas alguns critérios propostos pela Escritura para a perseverança na plenitude do Espírito. Vejamo-lhes em síntese:
Avaliação Pessoal: o termo forte é “examinar-se a si mesmo”.Evitar a pretensão de que está sempre em estado de graça,não precisa de reflexão e análise ou tomar cuidado para que o pragmatismo,tão característico de nosso tempo,não nos permita fazer de vez em quando uma parada,para reavaliar nossas atitudes.Aqui vale dizer que também a nível psicológico,quando damos um significado religioso,isto é,não apenas técnico, aos métodos terapêuticos,podemos sentir através destes a Ação divina.


ARREPENDIMENTO E CONFISSÃO: ser capaz de reconhecer as faltas, os erros e pecados, colocando-se com compunção diante de Deus, agrada mais ao senhor do que um tremendo e orgulhoso esforço de perfeccionismo.


SUBMISSÃO COMPLETA A DEUS: a vida da Graça, a morte ao pecado, não acontece pelas nossas forças humanas, mas quando nos rendemos totalmente ao Senhor,despojando-nos inclusive de nossas estratégias meramente humanas. Viver não sob a lei, mas sob a Graça. Eis a verdadeira vida espiritual.


INSISTIR EM PEDIR O ESPÍRITO SANTO: faz parte da pedagogia divina a exigência de que o crente expresse sua necessidade diante do Senhor. Não basta pensar que Deus conhece nossas necessidades, sim Ele as conhece, mas quer que nós tenhamos a humildade de dizê-lo. Segundo Lucas 11,11-13, Jesus deixa claro que se tivermos o Espírito Santo, teremos tudo que precisamos. Porém, outra coisa que precisamos recordar sempre é o fato de que também faz parte da ação pedagógica do Senhor, a oração perseverante, a insistência e a persistência.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Oração: caminho de amizade


“A intimidade com Deus é o âmago da (nossa) vida comunitária” (ECCSh, 53). No interior da nossa Comunidade, recebemos o chamado a “desfrutar desta intimidade com Ele, em profundidade e intensidade” (ECCSh, 55). Devemos estar atentos para compreender, mesmo com nossas limitações, o verdadeiro e simples conceito do que é oração, do que é ser um homem íntimo de Deus.

“Oração é um tratado de amizade”, define Santa Teresa de Ávila, uma grande mística, mestra da oração e Doutora da Igreja. Orar profundamente é ser amigo daquele que nos concedeu o sopro da vida.

No Antigo Testamento, Moisés destacou-se como o homem que falava com Deus, que era amigo de Deus. No Novo Testamento, esse título encontra no apóstolo João sua melhor identidade. Ele, o discípulo amado pelo Amor, “humanizou”, trouxe à nossa realidade cotidiana esse trato de amizade com o Redentor.

João acolheu, de forma única, o amor de Cristo. Não por entendimentos precisos da divindade do Messias, mas por ter em Jesus um amigo, e amá-lo de forma livre, sincera, sem necessidade de teorias ou explicações.

É interessante notar que a todos os apóstolos Jesus concedeu uma missão específica: a Pedro, “o pescador de homens”, foram confiadas as chaves da Igreja; a Paulo, o convertido perseguidor, foi confiada a missão de evangelizar diversos povos; até o traidor, Judas Iscariotes, teve um serviço, um “múnus” próprio: era responsável pelas finanças dos doze... A João, o discípulo amado, foi confiada a intimidade do Coração do Senhor. Ele reclinava a cabeça sobre o peito dele e ouvia as batidas daquele “sacro” coração.

Desde o início, teve o desejo de conhecer a “morada do mestre” (cf. Jo 1,38-39). Buscou estabelecer com Ele uma relação de intimidade e tornou-se amigo do Senhor; amigo que pôde “compartilhar” vários, e particularmente de dois momentos especialíssimos na vida do Verbo de Deus: a Transfiguração e a Crucificação.

Jesus mostrou-se a João nas duas faces de sua glória: no Tabor, o amigo contemplou a realeza e a divindade do Filho do Altíssimo; no Gólgota, viu aquele coração tão conhecido, tão familiar ser traspassado; viu o nascimento da Igreja, viu a plenitude do amor que nos redime e recebeu em sua casa a própria mãe de Jesus! A quem, senão ao mais íntimo dos amigos, confiaria a própria mãe...

“À medida que perseverarmos e progredirmos na intimidade com Deus, sua presença será constante em todas as nossas atividades, por mais exigentes que sejam” (ECCSh, 56). Com certeza, João passou por inúmeras dificuldades durante o desenrolar da sua vida dedicada ao cumprimento da Vontade de Deus, principalmente depois da Ascensão de Jesus, quando não mais podia ter a presença física dele constantemente perto de si. Porém, uma vez amigo do Senhor, essa presença, no Espírito, existiria para sempre.

Determinemo-nos, portanto, a obter essa amizade com Deus; tanto nos alegres momentos do Tabor, como nos dolorosos tempos do Gólgota, livres dos nossos conceitos e preconceitos, de programações e esquemas. Façamos da nossa oração um encontro de duas verdades: de nossa parte, a fraca tentativa de viver a fidelidade ao Senhor; da parte dele, a verdade de amor e misericórdia. Se o Senhor, ao nos criar, fez-nos suas criaturas prediletas; pela Encarnação e vida humana, Ele quer nos tornar mais e mais unidos à sua Pessoa, pelo serviço, pela doação, pela oração... pela amizade!!! 

Igreja celebra o “Mês da Bíblia”




Tags: mês da Bóblia, Sagradas Escrituras

A Igreja no Brasil reserva todo o mês de setembro para celebrar o "Mês da Bíblia". Neste ano de 2012 ele terá como tema "Discípulos Missionários a partir do Evangelho de Marcos", e como lema "Coragem, Levanta-te! Ele te chama!".

Celebrar o Mês da Bíblia já constitui uma tradição. Há quase 50 anos que ele é comemorado. O costume iniciou-se a partir da arquidiocese de Belo Horizonte, quando na arquidiocese era comemorado seu Jubileu de Ouro. O Bispo de então pediu que os fiéis, durante o ano dessa festividade, se empenhassem em conhecer mais a Palavra de Deus nas Sagradas Escrituras. E foi atendido.

A ideia espalhou-se com rapidez pelo regional da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e, pouco depois, alcançou todo o Brasil. Hoje, 41 anos depois, o Mês da Bíblia faz parte do calendário oficial da Igreja no Brasil.

A celebração desse mês é orientada pelos Bispos do Brasil e é um convite para que os católicos brasileiros conheçam mais a Palavra de Deus nas Sagradas Escrituras.

A Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB é quem se responsabiliza pela temática do Mês da Bíblia. É ela que elabora os textos-base para direcionar os fiéis. Sem embargo do que, muitas dioceses e paróquias também desenvolvem atividades específicas, sempre em sintonia com o tema proposto pela Comissão.

Dom Jacinto Bergmann, presidente da Comissão Bíblico-Catequética afirma: "No Mês da Bíblia deste ano de 2012, iniciamos com o Evangelho de Marcos (também porque é o Evangelho do Ano Litúrgico). Isso justifica o seu tema: 'Discípulos missionários a partir do Evangelho de Marcos'. Como lema ficou o versículo 49 do capítulo 10: 'Coragem, Levanta-te! Ele te chama!'.

Dom Jacinto mostra o que o próprio evangelista Marcos quer acentuar no nosso discipulado missionário de Cristo: é preciso a atitude da coragem para acolher Jesus Cristo, o "Messias e Filho de Deus"; é preciso a atitude da prontidão sem reservas para seguir o "Mestre"; é preciso a atitude de deixar-se cativar pelo "Cristo e o Reino de Deus irrompido Nele".