domingo, 20 de outubro de 2013

Deus quer fazer de você um vitorioso


Pe.Roger

Queridos irmãos, é importante percebemos a partir da sequência da liturgia dessa semana aquilo que Deus quer nos falar, principalmente para nós carismáticos quando vamos falar sobre a eficácia da intercessão, usaremos a primeira leitura (Êx 17,8-13) que lemos no dia de hoje, onde estamos num caminho rumo a Terra Prometida.

Devemos estar atentos ao que Deus quer falar a partir da experiência que temos feito: em quem está a nossa confiança. Na leitura, onde estava a confiança? Na espada empunhada por Josué ou nas mãos erguidas de Moisés? Sabemos que existe uma graça de conquista sobre Josué, pois ele foi o escolhido para levar aquele povo a adentrar na Terra Prometida. Mas hoje, o foco principal está sobre Moisés, que foi o grande combatente, frente ao povo que o seguiu em direção a Terra Prometida.

Não sei o que você está vivendo, mas aprendemos hoje que Israel colocou Deus a sua frente e saiu vitorioso, o que você está esperando para confiar no Senhor? Você não está combatendo sozinho, Deus está com você e acredite que Ele tudo faz e quer lhe dar a vitória.

Se você for insistente na oração, eu tenho uma boa notícia para você: conquistará a vitória que deseja. A oração é a arma que temos, faz com sintamos a presença de Deus, mesmo diante do sofrimento, nos faz fiéis.

No Angelus de hoje, o Papa Francisco disse: “A luta contra o mal é dura e longa, requer paciência e resistência”. Mas você vai me dizer: “padre, mas eu tenho me cansado.” Amado, olhe para o seu lado, você está na Igreja, procure seus amigos de oração pois eles combaterão com você, não lute só! Quando vier a tentação busque-os, eles irão rezar por você. Além deles, temos Jesus Cristo, o novo Moisés, que nunca parará de interceder por nós.

Na Carta aos Hebreus, lemos que constantemente Jesus está diante do Pai intercedendo por nós. Não estamos sozinhos, temos um Deus fiel e poderoso ao nosso lado.

Temos que ser humildes diante da nossa fraqueza e dizer para nossos irmãos: “me ajuda!” Ou seja, “irmão, não deixa eu desistir, segure em minha mão.” Deus é nosso aliado, Deus está ao nosso lado, a fé n’Ele é a força, e a oração é a expressão da fé.

No Salmo de hoje perguntamos: “Eu levanto os meus olhos para os montes: de onde pode vir o meu socorro?” e qual a resposta que o próprio Salmo 120 nos dá? “Do Senhor é que me vem o meu socorro, do Senhor que fez o céu e fez a terra!” Quando o salmista pediu socorro é que a situação era difícil, mas confiante, ele pede socorro: “Ele não deixa tropeçarem os meus pés, e não dorme quem te guarda e te vigia. Oh! não! ele não dorme nem cochila, aquele que é o guarda de Israel!” O Senhor cuida de você, Ele é teu guarda! 

O Senhor é um Deus acessível, pois todas as horas em que você se dirigir a Ele, te escuta! A oração sustenta a nossa fé, mesmo que digam que uma situação não tenha mais jeito, continue firme, pois o Senhor lhe ouvirá!

Dicas para ter oração infalível, São Tomás de Aquino diz: “A oração por uma pessoa torna-se difícil pois depende da abertura do coração daquela pessoa.” Para se ter uma oração infalível, peça para você mesmo aquilo que lhe é necessário, por exemplo, os dons e os carismas do Espírito Santo, pois são fundamentais para a sua salvação. E ainda, que seja umação piedosa e humilde, pois “Deus resiste aos soberbos”.

O Catecismo da Igreja Católica (CIC) refere-se a nós como mendigos que necessitam de Cristo. Quando for rezar, faça uma oração atenta, sem se distrair.

Reze com perseverança, ou seja, com insistência. Não desista, mesmo enfermo seja um guerreiro na oração. Deixa de ser um coitadinho ou um coitadinha, mas penetre na misericórdia de Deus.



O Senhor é um Deus acessível, pois todas as horas em que você se dirigir a Ele, te escuta! A oração sustenta a nossa fé, mesmo que digam que uma situação não tenha mais jeito, continue firme, pois o Senhor lhe ouvirá!

Dicas para ter oração infalível, São Tomás de Aquino diz: “A oração por uma pessoa torna-se difícil pois depende da abertura do coração daquela pessoa.” Para se ter uma oração infalível, peça para você mesmo aquilo que lhe é necessário, por exemplo, os dons e os carismas do Espírito Santo, pois são fundamentais para a sua salvação. E ainda, que seja umação piedosa e humilde, pois “Deus resiste aos soberbos”.

O Catecismo da Igreja Católica (CIC) refere-se a nós como mendigos que necessitam de Cristo. Quando for rezar, faça uma oração atenta, sem se distrair.

Reze com perseverança, ou seja, com insistência. Não desista, mesmo enfermo seja um guerreiro na oração. Deixa de ser um coitadinho ou um coitadinha, mas penetre na misericórdia de Deus.




Creia, pois nada é impossível para Deus!


Pe.Edimilson
E fez um voto, dizendo: Senhor dos exércitos, se vos dignardes olhar para a aflição de vossa serva, e vos lembrardes de mim; se não vos esquecerdes de vossa escrava e lhe derdes um filho varão, eu o consagrarei ao Senhor durante todos os dias de sua vida, e a navalha não passará pela sua cabeça. Prolongando ela sua oração diante do Senhor, Heli observava o movimento dos seus lábios. Ana, porém, falava no seu coração, e apenas se moviam os seus lábios, sem se lhe ouvir a voz”(I Samuel 1, 11-13). 

Precisamos clamar pelo milagre. O maior milagre é a nossa conversão pessoal. O mais Ele tudo fará! Lance seu coração na presença d'Ele. Não podemos ter um olhar de julgamento, quando nos deparamos com o sofrimento dos outros. Não tenhamos medo de derramar o nosso coração na presença do Senhor.

O Senhor pode realizar em nós o que para nós é impossível. Para Ele nada é impossível! Ele vê e conhece as nossas dores.

O Senhor sabe quando agirá! Pode ser que seja agora, neste momento, mas também pode ser que seja mais pra frente. A ordem de Deus é "Espere!". O tempo de Deus é diferente do nosso.

Nós não temos um controle remoto para "controlar" a Deus. Isso é mágica! Nós, católicos, não cremos em magia.

Precisamos exercer mais a nossa confiança em Deus. Desistimos muito rápido das coisas, porque ainda colocamos a nossa confiança nos homens e não em Deus.

Queridos, se derramem na presença do Senhor. Tenha paciência, seu milagre vai chegar! Não precisa ir atrás de benzedeiras. Espera no Senhor, bendito! 

Se você quer casar, amado, não pare somente na união legítima no civil, sacramente seu casamento! O sacramento é a bênção de Deus! Case na Igreja também. Você colhe o que se planta. Cuidado com as opções que você faz!

O que deve nortear-nos é a esperança, a confiança em Deus. Por isso, eu não me canso de dizer: "Tenha a ousadia de se derramar no Senhor, para que seja feito como o Senhor quer e não como você deseja".

Nós precisamos treinar em aceitar a vontade de Deus para nossas vidas. A maior graça deste fim de semana é a sua conversão sincera. A partir disso, você vai experimentar a felicidade eterna. 


"Se a sua vida está errada, coloque-a novamente no eixo!", exorta padre Edimilson


sábado, 12 de outubro de 2013

Festa das Crianças Irmãs Pequeninas


 Neste dia 12 de outubro, nós Irmãs Pequeninas celebramos o dia das crianças em nossa Paróquia.
Houve santa missa as 7 da manhã, em cuja as crianças da Pré-Catequese apresentaram um teatro
mostrando como os pescadores encontraram a imagem de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba.

Em seguida realizamos um café da manhã comunitário com todas as crianças da catequese,logo após o café se seguiu com muitas brincadeiras e oração levando as crianças a louvar a Deus durante toda a manhã.

Papa Francisco consagrará o mundo ao Imaculado Coração de Maria



O Papa Francisco consagrará o mundo ao Imaculado Coração de Maria neste domingo, 13. O ato acontecerá diante da imagem original de Nossa Senhora de Fátima, levada ao Vaticano a pedido do Santo Padre, por ocasião da Jornada Mariana.

Nesse mesmo dia em 1917, ocorreu o chamado “Milagre do sol” em Fátima. Fato que foi testemunhado por 70 mil pessoas. 

Neste domingo, o Santo Padre presisirá também uma missa na praça São Pedro 
e em seguida, o Angelus. A TV Canção Nova transmite a Celebração ao vivo a partir das 5h30 (horário de Brasília), com reprise às 12h30.  

A Jornada Mariana, que acontece neste sábado e domingo, 12 e 13, em Roma, faz parte dos eventos pontifícios previstos para o Ano da Fé e tem como tema: “Feliz és Tu que acreditastes!" Para o evento, são esperados cerca de 200 mil peregrinos. 

fonte: cn notícias

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Que Jesus seja sempre novidade em sua vida

Não se acostume ao Senhor, pelo contrário, faça com que Ele seja sempre uma novidade em sua vida. E a graça d’Ele será sempre nova no seu coração.

“Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas. Porém, uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada” (Lc 10,41-42).

As duas irmãs, Marta e Maria, também eram irmãs de Lázaro. E todos os três eram, na verdade, amigos de Jesus. O Senhor era muito próximo, muito íntimo dessa casa e costumava visitá-los com muita frequência. Quando tinha que subir a região da Galileia, para ir até a Judeia, Jesus precisava passar pela região da Samaria, então, Ele ficava na casa de Maria, Marta e Lázaro.
Cada um tem um jeito de ser, de acolher, de sentir-se à vontade com o amigo. Assim se sentiam Marta e Maria: muito à vontade com o Senhor quando Ele as visitava, quando se fazia presente na casa dessa família.
Hoje, as duas irmãs apresentam uma particularidade no jeito de ser de cada uma: o acolhimento ao Mestre. Marta já sabe que Jesus “é de casa”, então, quando Ele entra em sua casa, é como se ela dissesse: “Fique à vontade, a casa é Sua! Fique aí, deixe-me terminar os meus afazeres, porque o Senhor merece o melhor”.
Maria não! Ela é toda atenciosa, se põe para fazer o essencial, se coloca aos pés do Mestre, para ouvi-Lo, para extrair algo de Sua sabedoria, para aproveitar aquele momento único – muito rico e particular – da presença de Jesus na sua casa e na sua vida.
Muitas vezes, nós vamos nos acostumando a ser do Senhor e a estar na casa d’Ele. E algumas vezes, isso vira uma rotina para nós, uma coisa muito comum, muito frequente, a qual já estamos acostumados a fazer – seja quando vamos à casa do Senhor, seja quando Ele vem à nossa casa – porque nós oramos, fazemos novenas e assim por diante.
O mais importante é escutar o Senhor. O mais importante é sempre recebê-Lo como se fosse a primeira vez. Não comungue o Corpo de Cristo por comungar, não se confesse por confessar, mas faça desse momento algo único e muito especial em sua vida. Não se acostume ao Senhor; pelo contrário, faça com que Ele seja sempre novidade em sua vida. E a graça d’Ele será sempre nova no seu coração.
Assim como Maria escolheu a melhor parte, que nós também a escolhamos: estar aos pés do Senhor! Deus abençoe você!

Padre Roger Araújo


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Formação | O que é a Biblía?


A Bíblia foi escrita por orientais que têm uma mentalidade bem diferente da greco-romana, da qual nós descendemos. Diversos foram os seus escritores, que viveram entre os anos 1200 a.C. a 100 d.C. Isso, sem contar que foi escrita em línguas hoje inexistentes ou totalmente modificadas, como o hebraico, o grego, o aramaico, fato este que dificulta enormemente uma tradução, pois muitas vezes não se encontram palavras adequadas.Outra razão para se considerar a Bíblia um livro difícil é que ela foi escrita por muitas pessoas, ás vezes até desconhecidas e em situações concretas as mais diversas. Por isso, para bem entendê-la é necessário colocar-se dentro das situações vividas pelo escritor, o que é de todo impraticável. Quando muito, consegue-se uma aproximação metodológica deste entendimento.

Além do mais, a Bíblia é um livro inspirado e é muito importante saber entender esta inspiração, para haurir com proveito a mensagem subjacente em suas palavras. Dizer que a Bíblia é inspirada não quer dizer que o escritor sagrado (ou hagiógrafo) foi um mero instrumento nas mãos de Deus, recebendo mensagens ao modo psicográfico. É necessário entender o significado mais próprio da ‘inspiração’ bíblica, assunto que será abordado na continuação.
Entre os católicos, o interesse por conhecer a Bíblia praticamente começou após o Concílio Vaticano II, ou seja, a partir dos anos ’60. (…) Uma interpretação ao “pé da letra” não revela o sentido mais adequado de todas as palavras.
Para que não aconteça conosco incidir neste equívoco, devemos aprender a nos colocar na situação histórica de cada escritor em cada livro, conhecer a situação social concreta da sociedade em que ele viveu, procurar entender o que aquilo significou no seu tempo e só então tentar aplicar a sua mensagem ás nossas circunstâncias atuais.
1. O que é a Bíblia?
Definição do Concilio Vaticano II:
“A Bíblia é o conjunto de livros que, tendo sido escritos sob a inspiração do Espirito Santo, têm Deus como autor, e como tais foram entregues à Igreja”.
TESTAMENTO (novo ou antigo): é a tradução da palavra hebraica “berite” que significa a aliança de Deus com o povo por Moisés. Na tradução dos 70 a palavra “berite” foi traduzida por “diatheke”, que em grego quer dizer aliança, contrato, testamento.
OBS: A ‘tradução dos 70′ é uma das versões mais antigas da Bíblia. Segundo a tradição, este trabalho teria sido realizado por 70 sábios da antiguidade.
2. Quais as partes que compõem a Bíblia?
A Bíblia se divide em duas partes principais: o Antigo Testamento e o Novo Testamento. O Antigo refere-se ao período anterior a Jesus Cristo e o Novo se refere ao período cristão. Cada uma destas partes se compõe de diversos ‘livros’, escritos em épocas históricas diferentes. A seguir, a relação dos livros com uma breve referência ao conteúdo deles.
LIVROS DO ANTIGO TESTAMENTO
Pentateuco (cinco primeiros livros: Gênesis, Êxodo, Levitico, Números, Deuteronômio)

Josué (narra a entrada do povo de Deus na Palestina)
Juizes (narra a conquista da Palestina)
I e II de Samuel (relatos da época de Saul e Davi, continuação da conquista)
I e II dos Reis (relatos sobre Salomão e seus sucessores)
I e II das Crônicas (continuação dos relatos sobre os outros Reis)
I e II dos Macabeus (continuação do período dos Reis)
Livro de Rute (faz alusão ao universalismo. Noemi era pagã e se inseriu no povo de Deus).
Livro de Tobias, Livro de Judite, Livro de Ester (pertencem ao gênero de contos. São livros do tempo do exílio, quando se apresentavam exemplos de abnegação ao povo oprimido, convidando-os a suportar o sofrimento).
Livro de Isaías (cap.l a 39 são do próprio escritor; cap. 40 a 55 são de discípulos; cap.56 a 66 são de outros escritores posteriores)
Livro de Jeremias (ditado por este a Baruc, seu secretário)
Livro de Ezequiel (um dos profetas maiores)
Livro de Daniel (tem um conteúdo apocalíptico )
Livro de Jó (do gênero conto, procura demonstrar que não só os bons são felizes. Tem por objetivo combater uma idéia comum de que só os ricos eram os abençoados por Deus).
Livros Sapienciais (Eclesiastes ou Qohelet; Eclesiástico ou Siráside; Provérbios, Sabedoria e Cântico dos Cânticos). São reflexões de cunho acentuadamente humanístico, aproveitamento do saber oriental.
Livro dos Salmos (coleção de cantos litúrgicos).
Profetas Menores: Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias (chamados menores não com relação à sua importância, mas ao tamanho de seus escritos).
LIVROS DO NOVO TESTAMENTO

Evangelhos sinópticos (Mateus, Marcos e Lucas – têm muitas semelhanças entre si ).

Evangelho de João (maior desenvolvimento teórico, influência filosófica de época)
Atos dos Apóstolos (narram a missão dos apóstolos após a Ressurreição de Cristo)
Epístolas de Paulo (historicamente, os primeiros escritos do NT)
Epístolas Católicas (Pedro, Tiago, Judas): dirigidas a todos os fiéis,por isso, universais.
Apocalipse (escrito por João, na base de códigos, símbolos). 



O Papa: A Igreja é Mãe e oferece o perdão de Deus também aos que estão no abismo



VATICANO, 18 Set. 13 / 12:25 pm (ACI/EWTN Noticias).- A Igreja como mãe, foi novamente o tema que o Papa Francisco escolheu para a catequese da audiência geral das quartas-feiras. O Santo Padre explicou que a Igreja oferece o perdão de Deus a todos, inclusive aos que caíram no abismo.
Na audiência celebrada nesta manhã ante uma multidão de peregrinos em uma ensolarada Praça de São Pedro, o Papa disse que a Igreja como mãe "é uma imagem que eu gosto muito porque nos diz não somente como é a Igreja, mas também qual rosto deveria ter sempre mais a Igreja, esta nossa mãe Igreja".

Para explicar essa imagem, o Papa partiu do que uma mãe faz por seus filhos. Em primeiro lugar "ensina a caminhar na vida, ensina a seguir bem na vida, sabe como orientar os filhos, procura sempre indicar o caminho certo na vida para crescerem e tornarem-se adultos. E o faz com ternura, com afeto, com amor, sempre também quando procura endireitar o nosso caminho porque nos dispersamos um pouco na vida ou tomamos caminhos que levam a um abismo".

"A Igreja faz a mesma coisa: orienta a nossa vida, dá-nos os ensinamentos para caminhar bem. Pensemos nos dez Mandamentos: indicam-nos um caminho a percorrer para amadurecer, para ter pontos firmes no nosso modo de nos comportarmos. E são frutos da ternura, do amor próprio de Deus que os doou a nós. Vocês poderiam me dizer: mas são mandamentos! São um conjunto de "não"! Eu gostaria de convidar vocês a lê-los – talvez vocês tenham se esquecido um pouco deles – e então pensá-los de modo positivo".

"Vejam que se referem ao nosso modo de nos comportarmos com Deus, com nós mesmos e com os outros, propriamente aquilo que nos ensina uma mãe para viver bem. Convidam-nos a não fazermos ídolos materiais que depois nos tornam escravos, a recordar-nos de Deus, a ter respeito pelos pais, a sermos honestos, a respeitar o outro…".
"Tentem vê-los assim e considerá-los como se fossem as palavras, os ensinamentos que a mãe dá para seguir bem na vida. Uma mãe não ensina nunca aquilo que é mal, quer somente o bem dos filhos, e assim faz a Igreja".

Em segundo lugar, "quando um filho cresce, torna-se adulto, toma o seu caminho, assume as suas responsabilidades, caminha com as próprias pernas, faz aquilo que quer e, às vezes, acontece também de sair do caminho, acontece qualquer acidente. A mãe sempre, em toda situação, tem a paciência de continuar a acompanhar os filhos. Aquilo que a impulsiona é a força do amor; uma mãe saber seguir com discrição, com ternura o caminho dos filhos e mesmo quando erram encontra sempre o modo para compreender, para ser próxima, para ajudar. Na minha terra dizemos que uma mãe sabe ‘dar a cara’ por seus filhos, quer dizer, está disposta a defendê-los sempre".

"A Igreja é assim, uma mãe misericordiosa, que entende, que procura sempre ajudar, encorajar também diante dos seus filhos que erraram e que erram, não fecha nunca as portas da Casa; não julga, mas oferece o perdão de Deus, oferece o seu amor que convida a retomar o caminho mesmo para aqueles filhos que caíram em um abismo profundo, a Igreja não tem medo de entrar na noite deles para dar esperança; a Igreja não tem medo de entrar na nossa noite quando estamos na escuridão da alma e da consciência, para dar-nos esperança! Porque a Igreja é mãe!"

Por último, "uma mãe sabe também pedir, bater a toda porta pelos próprios filhos, sem calcular, o faz com amor. E penso em como as mães sabem bater também e, sobretudo, na porta do coração de Deus!".

"As mães rezam tanto pelos próprios filhos, especialmente por aqueles mais frágeis, por aqueles que têm mais necessidade, por aqueles que na vida tomaram caminhos perigosos ou errados...".
"E assim faz também a Igreja: coloca nas mãos do Senhor, com a oração, todas as situações dos seus filhos. Confiemos na força da oração da Mãe Igreja: o Senhor não permanece insensível. Sabe sempre nos surpreender quando não esperamos. A Mãe Igreja o sabe!".

"Estes eram os pensamentos que queria dizer para vocês hoje: vejamos na Igreja uma boa mãe que nos indica o caminho a percorrer na vida, que sabe ser sempre paciente, misericordiosa, compreensiva e que sabe colocar-nos nas mãos de Deus".


terça-feira, 3 de setembro de 2013

O Papa convoca dia de jejum e oração pela paz na Síria, no Oriente Médio e no mundo

Dia 7 de setembro

.- O Papa Francisco anunciou hoje, em suas palavras prévias à oração do Ângelus, a convocatória a toda a Igreja para um dia de jejum e oração pela paz na Síria, no Oriente Médio e no mundo inteiro.
"Irmãos e irmãs, decidi convocar para toda a Igreja, no próximo dia 7 de setembro, véspera da Natividade de Maria, Rainha da Paz, um dia de jejum e de oração pela paz na Síria, no Oriente Médio, e no mundo inteiro", disse.
"Convido também a unir-se a esta iniciativa, no modo que considerem mais oportuno, os irmãos cristãos não católicos, aqueles que pertencem a outras religiões e os homens de boa vontade".
"No dia 7 de setembro, na Praça de São Pedro, aqui, das 19h até as 24h, nos reuniremos em oração e em espírito de penitência para invocar de Deus este grande dom para a amada nação síria e para todas as situações de conflito e de violência no mundo".
O Papa exclamou que "a humanidade precisa ver gestos de paz e escutar palavras de esperança e de paz!".
"Peço a todas as Igrejas particulares que, além de viver este dia de jejum, organizem algum ato litúrgico por esta intenção".

Fonte: (ACI notícias)





"Nunca mais a guerra! Nunca mais a guerra!", clama o Papa Francisco no Twitter

ROMA, 03 Set. 13 / 10:57

 O Papa Francisco se pronunciou energicamente contra a possibilidade de um ataque contra a Síria por parte dos Estados Unidos. Em seus últimos comentários publicados na segunda-feira 2 de setembro em seu perfil do Twitter @Pontifex_pt escreveu: "Nunca mais a guerra! Nunca mais a guerra!".
"Queremos um mundo de paz; queremos ser homens e mulheres de paz!", acrescentou poucas horas depois. Estas duas mensagens se juntam a um amplo chamado ao diálogo e à paz que há várias semanas repetiu o Pontífice através de seus discursos e das redes sociais, e ao que também apelou durante a oração do Ângelus neste último domingo.
Em relação a este chamado, o secretário do Pontifício Conselho de Justiça e Paz, Dom Mario Tusso, assinalou na segunda-feira em uma entrevista concedida à Rádio Vaticano, que o Papa Francisco "se fez intérprete de um grito que sai de todas as partes, do coração de todos, da única grande família que é a humanidade".
"Trata-se de uma sacudida universal da consciência das pessoas. Por um lado, a sociedade civil e suas organizações insistem que seus representantes deixem definitivamente o conflito armado, não mais guerra, e por outro lado chamam a trabalhar com convicção e intensamente pela paz".
O Papa Francisco "continua a missão de Jesus Cristo, o príncipe da paz, que caminha com a humanidade e semeia nas consciências empurrando-as para frente para seu cumprimento em plenitude", acrescentou.
Enquanto isso, o Papa Francisco convocou para o próximo dia 7 de setembro, véspera da festa da Natividade de Maria, celebrar um dia de jejum e oração para pedir a paz na Síria, no Oriente Médio e no mundo inteiro, e convidou todos os cristãos, os pertencentes a outras religiões, e homens de boa vontade a somar-se a esta petição.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou na semana passada que atacaria a Síria a modo de reprimenda ao regime de Bashar Al-Assad, pelo uso de armas químicas contra a população civil, porém, o ataque foi adiado para a próxima semana, já que Obama, fez pública sua decisão de consultar o Congresso sobre a intervenção armada e este só retorna das férias no dia 9 de setembro. Seu veredicto vai determinar se ocorrerá ou não o ataque.
Por sua parte a ONU, pronunciou-se a favor da intervenção armada na Síria caso os resultados das provas feitas pelos seus peritos, que estiveram investigando o país durante 12 dias, confirmem que o regime de Assad foi o autor do uso de armas químicas.

Fonte: ACI digital

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O Papa: Tenho medo dos cristãos quietos: Sejam inquietos porque o amor de Jesus vale a pena


uma carta ao Bispo de Concepção, na província argentina de Tucumán, Dom José María Rossi, pelas bodas de ouro que esta jurisdição eclesiástica acaba de celebrar. Na missiva, referiu-se a três "palavras": caminhar, tornar-se discípulo e anunciar. Também lhes pediu: "Sejam inquietos porque o amor que Jesus nos dá vale a pena".

Esta é a carta na íntegra:
"Nestes dias a diocese da Santíssima Concepção celebrará seu 50º aniversário. Quero, nesta ocasião, estar muito próximo a Vocês. Não posso esquecer os dias passados aí durante os Exercícios do Clero. Lembro-me dos rostos dos padres e rezo por eles".

Agora estendo mais meu olhar e o meu coração para cada um dos fiéis e me uno à celebração e à alegria de todos vocês. Nestes cinquenta anos fizeram caminho e um caminho de discípulos de Jesus e anunciadores do Evangelho: discípulos e missionários, para que todos os diocesanos tenham vida em abundância.

Caminhar, deixar-se discipular e anunciar. Três palavras. ‘Caminhar’: Vocês sabem que tenho medo dos cristãos quietos. Terminam como a água estancada. ‘Deixar-se discipular’: também me dão medo os que acreditam que ‘sabem tudo’, os autossuficientes. Sem notar, vão fechando seu coração ao Senhor; terminam centrados em si mesmos.

Quando a pessoa se encontra com Jesus vive o estupor maravilhoso desse encontro e sente a necessidade de buscá-lo na oração, na leitura dos Evangelhos. Sente a necessidade de adorá-lo, de conhecê-lo... e sente a necessidade de anunciá-lo.

E esta é a terceira palavra: ‘anunciar’, quer dizer ser missionários, levar o nome, o ensinamento, os gestos de Jesus aos irmãos. O cristão caminha, faz-se discípulo e anuncia. Não está quieto, sai de si mesmo: sai de si mesmo para anunciar a Boa Nova de Jesus aos irmãos.

"Queridos irmãos da diocese de Concepção: que a grande celebração dos 50 anos seja duradoura na vida de Vocês. Que, como nossa Mãe, saiam de si mesmos tanto para adorar como para anunciar. Sejam inquietos porque o amor que Jesus nos dá vale a pena. Desejo-lhes um feliz cinquentenário e, por favor, peço-lhes que rezem por mim. Que Jesus os abençoe e a Virgem Santa os cuide. Afetuosamente, Francisco".



sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Vocação religiosa


È uma vocação singular,
Audaciosa,silenciosa só quem 
Segue esta vocação,são as almas
Seduzidas pelo grande Amor de 
Deus,são almas que tem o desejo de Liberdade e santificação o desejo de falar 
Com Deus,o desejo de preparar o encontro
No paraíso.São almas que não pertencem
E que não são instrumentos deste mundo,
São olhos que fixam-se em outra vida,
São almas que tem olhos abertos para
Deus,almas que acolhem a luz que vem
Do céu,espelham o céu e refletem para o 
Mundo o Amor de Deus.
A vida Religiosa é a união com Deus,
Mais íntima e mais forte,é a vocação
A qual a iniciativa divina se manifesta,
Aonde o Amor se manifesta nas profundezas
Do Coração.
Ser Religiosa é ter confiança,confiando
Que a bondade de Deus nunca falta as 
Almas que decidem-se em deixar tudo por
Ele.Ser Religiosa é apartar-se do mundo.
E unir-se ao céu,ao Santo.
É deixar-se conduzir por Aquele que 
Move os Corações,Senhor dos ricos
E das riquezas;é uma alma abraçada pelo
Amor,deixa o seu nada para encontrar o seu
Tudo.A vocação Religiosa é loucura
Para os que não entendem,mais para os 
Que vivem esta graça é um gozo para a
Alma,é um Amor maior que 
Nos reveste,que nos faz prisioneiras
Do AMADO SALVADOR,que nos realiza
Nos completa,e nos faz ter um anseio
Maior de estar unidas,ao eterno 
SALVADOR!
     A VIDA RELIGIOSA È UMA MAIOR UNIDADE COM DEUS!!!
Ir.Samara Ipscj

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Papa afirma que terminará a Encíclica iniciada por Bento XVI



VATICANO, 13 Jun. 13 / 06:04 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa recebeu nesta manhã em audiência aos membros do 13º Conselho Ordinário da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos e lhes anunciou que terminará a Encíclica sobre a fé que Bento XVI tinha começado a escrever.

Esta é a primeira vez que o Santo Padre confirma publicamente que concluirá esta encíclica sobre a fé.
Faz uns dias o Bispo de Molfetta-Ruvo-Giovinazzo-Terlizzi (Itália), Dom Luigi Martella, assinalou que o Papa Francisco está preparando esta encíclica e outra mais sobre os pobres que poderia titular-se "Beati pauperes".

Em seu discurso de hoje, o Papa refletiu com a Secretaria do Sínodo sobre a nova Evangelização para a transmissão da fé. "Entre estes dois elementos -disse o Pontífice- há uma estreita conexão: a transmissão da fé cristã é o objetivo da nova evangelização e de toda a obra evangelizadora da Igreja, que existe, justamente, para isso".

"A frase ‘nova evangelização’ ressalta, ademais, a certeza cada vez mais clara de que, também nos países de antiga tradição cristã, é necessário um anúncio renovado do Evangelho que volte a levar a um encontro com Cristo que transforme realmente a vida e não seja superficial e rotineiro. E isto repercute na ação pastoral".

O Santo Padre citou logo as palavras de Paulo VI em seu discurso ao Colégio Cardenalício em 1973: "as condições da sociedade nos obrigam a revisar os métodos, a tentar com todos os meios estudar como levar ao homem de nossos dias a mensagem cristã, pois somente com ela pode encontrar a resposta a suas interrogantes e a força para seu compromisso de solidariedade humana".

"Quero alentar a toda a comunidade eclesial -acrescentou o Papa Francisco- a que não tenha medo de ‘sair’ dela mesma para anunciar, confiando sobretudo na presença misericordiosa de Deus que nos guia. Efetivamente, as técnicas são importantes mas nem sequer a mais perfeita delas poderia substituir à ação discreta mas eficaz do ator principal da evangelização: o Espírito Santo".

Francisco ressaltou que "é necessário deixar-se conduzir por Ele, embora nos leve por caminhos novos; é necessário deixar-se transformar por Ele para que nosso anúncio seja sempre o da palavra acompanhada pela simplicidade de vida, do espírito de oração, da caridade para todos, especialmente os pequenos e os pobres; da humildade e do desapego de si mesmo, da santidade de vida.".

O Sínodo dos Bispos "foi um dos frutos do Concílio Vaticano II" e "graças a Deus, nestes cinquenta 
anos se sentiram os benefícios desta instituição que, de forma permanente, está a serviço da missão e da comunhão da Igreja, como expressão da colegialidade".

"Abertos à graça do Espírito Santo, que é a alma da Igreja, confiamos em que o Sínodo melhorará ainda mais para favorecer o diálogo e a colaboração entre os bispos e entre eles com o Bispo de Roma", concluiu o Santo Padre.

O Papa também respondeu algumas perguntas dos presentes. Ali anunciou que terminará a encíclica iniciada por Bento XVI e se referiu à importância de temas como a família, a dignidade humana e a tecnologia em vistas aos 50 anos (em 2015) do documento Gaudium et Spes do Concílio Vaticano II.

O Santo Padre criticou que muita gente considere atualmente o matrimôniocomo algo "provisório" e se referiu ao tema da ecologia, em particular a ecologia humana. O Pontífice falou também do laicismo e agradeceu a todos os presentes os esforços por responder a este e outros desafios.


terça-feira, 4 de junho de 2013

A Igreja não é uma organização cultural, mas é a família de Jesus, diz o Papa


VATICANO, 03 Jun. 13 / 11:13 am (ACI/EWTN Noticias).- Ao presidir na manhã deste sábado a Missa na Capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco sublinhou que "a Igreja não é uma organização cultural", mas é "a família de Jesus".

O Santo Padre assinalou que os cristãos não devem ter vergonha de viver com o escândalo da Cruz, e os exortou a não se deixarem "enganar pelo espírito do mundo".

Ao recordar a pergunta feita pelos escribas e pelos sumos sacerdotes a Jesus -"Com que autoridade fazes estas coisas?"-, Francisco assinalou que tentavam colocar uma armadilha ao Senhor, forçando a que cometa um erro.

"O problema que estas pessoas tinham com Jesus", disse o Papa, não era que ele tenha realizado milagres, mas sim "estavam surpreendidos de que os demônios gritassem a Jesus ‘Tu és o Filho de Deus, Tu és o Santo".

Esta é a razão pela qual Jesus realmente escandalizava, indicou, pois "Ele é Deus que se encarnou".

O Papa advertiu que para nós também "existem armadilhas na vida", mas a característica que escandaliza da Igreja é o mistério da Encarnação do Verbo, e "isto não pode ser tolerado, isto o diabo não tolera".

"Quantas vezes se ouve dizer: ‘Mas vocês cristãos, sejam um pouco mais normais, mais razoáveis, como as outras pessoas!".

O Santo Padre assegurou que este é um "discurso feito certamente pelos encantadores de serpentes. ‘Mas vocês sejam normais, né? Um pouco mais normais não tão rígidos’. Mas por trás disto existe: ‘Por favor, não venham com esta história sobre Deus que se fez homem!’".

"A Encarnação do Verbo. Esse é o escândalo que está por trás! Nós podemos fazer todas as obras sociais que queremos e eles dirão: ‘mas que bonito, que boa a Igreja, que boa obra social que faz a Igreja’. Mas se nós dissermos que fazemos isto porque estas pessoas que ajudamos são a carne de Cristo, vira um escândalo".

"E esta é a verdade, esta é a revelação de Jesus: A presença de Jesus encarnado".

O Papa assegurou que "este é o ponto", pois "sempre existirá a tentação de fazer coisas boas sem o escândalo do Verbo Encarnado, sem o escândalo da Cruz".

Ao invés disto, indicou o Santo Padre, devemos "ser coerentes com este escândalo, com esta realidade que escandaliza". E melhor que isto: "ser coerentes com a fé".

Francisco também recordou que o Apóstolo João diz que "aqueles que negam que o Verbo se fez carne são do anticristo; eles são o anticristo".

Por outro lado, disse o Papa, "somente aqueles que dizem que o Verbo se fez carne são do Espírito Santo".
"Faria bem a todos pensar isto: A Igreja não é uma organização cultural que inclui a religião e o trabalho social", mas "a Igreja é a família de Jesus".

O Papa assinalou que "a Igreja confessa que Jesus é o Filho de Deus feito carne. Isto é um escândalo, e por isso perseguiram Jesus".

"Ao final das contas, a resposta que Jesus não quis dar a estes, à pergunta ‘com que autoridade fezes isto?’ Ele a dá ao sumo sacerdote, ‘ao final, és o Filho de Deus? - Sim!".

O Santo Padre indicou que Jesus foi "sentenciado a morte por isso. Este é o centro da perseguição. Se nós nos tornamos cristãos ‘razoáveis’, cristãos ‘sociais’, cristãos de beneficência, qual será a consequência? Que nunca teremos mártires, essa será a consequência".

Entretanto, disse, quando os cristãos dizemos a verdade, que "o Filho de Deus veio e se fez carne", quando "pregamos o escândalo da Cruz, a perseguição virá, a Cruz virá".

"Peçamos ao Senhor para não termos vergonha de viver com este escândalo da Cruz. Peçamos também a sabedoria, a sabedoria para não cairmos na armadilha do espírito do mundo, que sempre nos fará propostas educadas, propostas civis, boas propostas. Mas por trás disso precisamente existe a negação do fato de que o Verbo se fez carne, da 
Encarnação do Verbo".

"No final das contas isso é o que escandaliza àqueles que perseguem Jesus, isso é o que destrói a obra do demônio. Assim seja", concluiu.